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Por que o fim do controle do Estado Islâmico não significa paz em Mossul?

Tim Arango e Michael R. Gordon*

Em Mossul (Iraque)

  • Michael R. Gordon/The New York Times

    Soldados iraquianos caminham próximo ao que restou do minarete da Grande Mesquita Al Nuri, destruído pelo Estado Islâmico, em Mossul

    Soldados iraquianos caminham próximo ao que restou do minarete da Grande Mesquita Al Nuri, destruído pelo Estado Islâmico, em Mossul

Vestido com uniforme militar, o primeiro-ministro Haider al-Abadi chegou a Mossul no domingo para parabenizar as forças armadas iraquianas por terem retomado a cidade das mãos do Estado Islâmico. A vitória marcou o fim oficial de uma campanha sangrenta que durou quase nove meses, deixou boa parte da segunda maior cidade do Iraque em ruínas, matou milhares de pessoas e deslocou quase 1 milhão delas.

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