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Análise: A China pode resolver a crise dos rohingyas em Mianmar?

Nicholas Bequelin

Em Hong Kong

  • Aung Shine Oo/AP

    O presidente de Mianmar, Htin Kyaw, aperta a mão do ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, após reunião na Câmara em Naypyitaw, Mianmar

    O presidente de Mianmar, Htin Kyaw, aperta a mão do ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, após reunião na Câmara em Naypyitaw, Mianmar

Até pouco tempo atrás essa pergunta teria soado absurda. Pequim vinha evitando arduamente contribuir de forma ostensiva na ajuda a crises humanitárias internacionais. Seu papel mais identificável em Mianmar tinha sido proteger os militares locais de críticas internacionais por executarem o que um alto comissário da ONU para direitos humanos chamou de “exemplo clássico de limpeza étnica”, que provocou o êxodo de mais de 600 mil pessoas para a vizinha Bangladesh.

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