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A ofensiva de charme de Obama

Christopher de Bellaigue

O discurso pela televisão do presidente Obama ao povo do Irã, em 20 de março, na ocasião do ano novo iraniano, representou um pequeno drama. Para a considerável (apesar de impossível de quantificar) minoria de iranianos que assistiu, via antenas de satélite ilegais instaladas em seus telhados, foi uma mudança bem-vinda da abordagem alternadamente ameaçadora e professoral de George W. Bush. Ao se comprometer com a diplomacia, Obama na prática rejeitou a opção de atacar a infraestrutura nuclear do Irã ou mesmo uma mudança de regime. Mas a pergunta para aqueles que assistiram permaneceu: o que a abertura de Obama proporcionaria? Obama disse que o ciclo de suspeita e discordia nas relações entre os EUA e o islã deve acabar

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