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Sem brincadeira

Ian Leslie*

Um caso de assassinato na Índia, no ano passado, atraiu uma atenção científica incomum. Uma mulher de 24 anos, chamada Aditi Sharma, foi acusada de assassinar se ex-noivo, Udit Bharati. Aditi tinha se casado com outro homem, mas ela se encontrou com Udit em um McDonald's, onde ela supostamente colocou arsênico na comida dele. Após sua prisão, Aditi concordou em realizar um exame cerebral para provar sua inocência. Os investigadores colocaram 32 eletrodos em sua cabeça antes de lerem as alegações para ela na primeira pessoa -"Eu comprei arsênico", "Eu encontrei Udit no McDonald's"- juntamente com outras declarações neutras como "O céu é azul". Aditi falhou no teste; segundo os promotores, as partes de seu cérebro onde as memórias estão armazenadas ficaram agitadas quando o crime foi recontado. O juiz o considerou prova de "conhecimento experiencial" do crime, e ela e seu marido foram condenados a prisão perpétua. Foi a primeira vez em qualquer lugar no mundo que esta tecnologia foi usada para uma condenação. A empresa americana No Lie MRI já vende exames cerebrais para aqueles que desejam provar sua inocência na Justiça

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