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Nacionalismo escocês atinge o pico, mas não é suficiente para um novo referendo

Alex Renton*

  • Niklas Halle'n/AFP Photo

No muro de uma velha linha ferroviária, atualmente uma ciclovia, perto de minha casa em Leith, Escócia, alguém pichou "SNLA" em tinta amarelo-pálida. A sigla (em inglês) é do Exército Nacional de Libertação da Escócia, uma pequena organização que ganhou as manchetes nos anos 90, quando vários homens do SNLA foram presos por pequenos e incompetentes atos de terrorismo. Sua ação mais recente registrada foi em 2002, quando um adolescente enviou um frasco de desentupidor líquido rotulado como "óleo de Massagem de Aromaterapia" para Cherie Blair, a mulher do então primeiro-ministro britânico, Tony Blair.

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