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O que uma lei sobre escravidão nos EUA pode ensinar sobre o veto a refugiados?

Jamelle Bouie

  • Slate

    Encontro de grupo anti-escravidão (esq.) em 1851 e manifestantes durante protesto contra decreto sobre imigração de Donald Trump (dir.) no aeroporto de Nova York

    Encontro de grupo anti-escravidão (esq.) em 1851 e manifestantes durante protesto contra decreto sobre imigração de Donald Trump (dir.) no aeroporto de Nova York

Aparentemente, a Lei de Escravos Fugitivos de 1950 era uma simples atualização da lei de 1793, escrita para reforçar a Cláusula de Escravos Fugitivos da Constituição. E os defensores da lei, uma parte chave do Compromisso de 1850, a enquadraram como uma obrigação constitucional. "Todo membro de toda legislatura do norte é obrigado, por juramento, como toda outra autoridade do país, a apoiar a Constituição dos Estados Unidos; e o artigo da Constituição que diz que esses Estados devem entregar os fugitivos do serviço é uma obrigação de honra e consciência como qualquer outro artigo", afirmou o senador de Massachusetts Daniel Webster em seu épico discurso "Seventh of March" [7 de março], pedindo que a Câmara aprovasse o Compromisso.

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