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Opinião: Racismo na educação ameaça sonho de Mandela na África do Sul

Panashe Chigumadzi*

Em Johannesburgo (África do Sul)

  • Marco Longari/ AFP

    Estudantes da Universidade Witwatersrand fazem protesto no campus em Johannesburgo

    Estudantes da Universidade Witwatersrand fazem protesto no campus em Johannesburgo

Eu era muito jovem --apenas a idade necessária para ter uma cabeça cheia de cabelos por dois anos-- para lembrar do cartaz da campanha eleitoral do Congresso Nacional Africano em 1994, que mostrava Nelson Mandela como um avô sorridente, cercado por um grupo de crianças de todas as raças. Essa foto de Tata Madiba --o apelido carinhoso que os sul-africanos usam para Mandela-- era apropriada para a Nação Arco-íris que ele esperava presidir. O cérebro por trás da iniciativa eleitoral foi o consultor da campanha de Clinton Stan Greenberg, que aconselhou o CNA a abandonar sua imagem de movimento de libertação e adotar um novo papel como "agente de mudança".

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