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Empregadas e babás imigrantes se radicalizam e aderem ao jihadismo no Leste Asiático

Nava Nuraniyah*

Em Jacarta (Indonésia)

  • Dita Alangkara/AP

    Garotas muçulmanas estudam o Alcorão em mesquita de Jacarta, Indonésia.

    Garotas muçulmanas estudam o Alcorão em mesquita de Jacarta, Indonésia.

Ayu é uma empregada doméstica indonésia de 34 anos, e chefe de uma rede pró-Estado Islâmico em Hong Kong. Ela recruta, levanta fundos e dissemina propaganda para o grupo. Ela é apenas uma dentre dezenas de empregadas domésticas indonésias no Leste Asiático conhecidas por endossar o jihad (guerra santa).

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