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Opinião: Cuba se abre para casamentos de mesmo sexo e faz revolução dentro da revolução

Rubén Gallo*

Em Paris (França)

  • Desmond Boylan/Reuters

     Mariela Castro (de chapéu), sexóloga e deputada da Assembleia Nacional de Cuba, participa da Marcha contra a Homofobia, em Havana

    Mariela Castro (de chapéu), sexóloga e deputada da Assembleia Nacional de Cuba, participa da Marcha contra a Homofobia, em Havana

"Eu quero ir para lá antes que as coisas mudem" é uma frase que ouço com frequência de amigos que consideram viajar para Cuba. Mas mudanças estão em andamento há mais de uma década, desde o dia em que Raúl Castro se tornou presidente após seu irmão Fidel adoecer em 2006. Desde então, propriedade privada e trabalho autônomo foram legalizados; o turismo tem prosperado, beneficiando milhares de cubanos que alugam quartos ou servem refeições em seus apartamentos; e uma cena de arte animada brotou em Havana, onde espaços dirigidos por artistas realizam exposições e palestras.

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