"Liberar armas não resolve o problema da violência", diz Marina Silva

Colaboração para o UOL

  • Carine Wallauer/UOL

A pré-candidata à Presidência Marina Silva (Rede) diz ser terminantemente contra a flexibilização do desarmamento. Na sabatina promovida por UOL, Folha de S. Paulo e SBT nesta quinta-feira (24), a ex-ministra afirmou que não é papel do cidadão "fazer justiça com as próprias mãos". "Liberar [o porte de] armas é insanidade, não resolve o problema da violência", declarou.

De acordo com Marina, o o controle da segurança pública é dever do Estado e um poder como este não deve ser dado ao cidadão.  "Vamos criar uma guerra civil. Estamos em pleno século 21, pelo amor de Deus, todas as democracias evoluídas estão indo contra", afirmou a ex-senadora.

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Marina, que declarou já ter tido uma espingarda em casa quando criança como "ferramenta", argumentou ainda que a flexibilização poderia piorar a questão da violência doméstica.
"Se já há discussões dentro de casa, o que era uma voz alterada, uma chinelada, com uma arma, vai virar uma loucura", declarou.

A pré-candidata diz que é preciso pensar em um plano nacional de segurança. Entre suas propostas estão a valorização do policial e integração das polícias do país por meio do aperfeiçoamento tecnológico.

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