Marun diz que MDB deve optar por neutralidade na eleição presidencial

Maria Carolina Marcello

Em Brasília

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirmou nesta quarta-feira que, pelas conversas com correligionários, a tendência é que seu partido, o MDB, decida liberar os apoios no segundo turno da corrida presidencial.

Segundo ele, o presidente da legenda, senador Romero Jucá (RR), tem feito consultas e irá avaliar a necessidade de convocar ou não uma reunião da Executiva do partido para fechar uma posição oficial.

"Pelas consultas que fiz, me reuni com a bancada... sinto que esse é o pensamento da maioria dos parlamentares, com um pensamento de compreensão em relação à posição daqueles que dentro da bancada divergem", disse o ministro.

"Penso que o caminho será a liberação do partido", afirmou, reconhecendo particularidades regionais para o posicionamento de emedebistas neste segundo turno.

O ministro acrescentou, ainda, que "o governo não terá posição nessa eleição".

APELO

Marun fez um apelo a parlamentares que voltem a se reunir na próxima semana para aprovar uma medida provisória que cria 164 cargos comissionados para o Ministério de Segurança Pública.

A MP vence no dia 17, mas o governo ainda se fia no compromisso assumido pelos parlamentares para vê-la aprovada na próxima semana.

"Nós confiamos no patriotismo dos parlamentares, precisamos aprovar a MP na Câmara e no Senado. É um desafio", admitiu. "Sei da responsabilidade dos senhores e senhoras parlamentares com as coisas do Brasil", encerrou.

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