Sem assinaturas suficientes, oposição não consegue abrir CPI para apurar "panetonegate"

Carolina Pimentel
Da Agência Brasil
Em Brasília

O requerimento para criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Câmara Legislativa do Distrito Federal para investigar as denúncias de pagamento de propina a deputados da base aliada, supostamente comandado pelo governador José Roberto Arruda (DEM), tem, até agora, seis assinaturas. São necessárias oito para a criação da CPI.

Na última terça-feira (1º), 21 parlamentares haviam se comprometido a assinar o pedido, informou o deputado Reguffe (PDT).

Além de Reguffe, assinaram o documento os deputados distritais Chico Leite, Paulo Tadeu e Cabo Patrício, os três do PT e da bancada de oposição ao governo, Rogério Ulysses, do PSB, suspeito de receber dinheiro do esquema, e Cláudio Abrantes, suplente do deputado Alírio Neto, do PPS.

A previsão era de que a CPI fosse criada hoje (3), mas somente cinco deputados compareceram à sessão: os petistas Érika Kokay, Paulo Tadeu, Chico Leite e Cabo Patrício, presidente interino da Casa - e Reguffe. Todos são de oposição. Os outros - a maioria governistas - alegaram que não se sentem seguros para retomar os trabalhos por causa dos protestos de estudantes contra Arruda. A movimentação começou ontem (2), quando estudantes e sindicalistas invadiram o plenário da Câmara Legislativa.



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