Câmara implantará sistema biométrico para evitar "excessos" em horas extras

Keila Santana
Especial para o UOL Notícias
Em Brasília

Para evitar fraudes ou excesso no pagamento de horas extras para os servidores da Câmara dos Deputados, a Mesa Diretora decidiu implantar o sistema biométrico para registro das horas trabalhadas além do expediente normal. A leitura digital será feita por 160 máquinas que estarão prontas para funcionar até o final do mês.

A medida vai incluir todos os funcionários da Casa, efetivos e comissionados, ficando de fora apenas os terceirizados.

A Câmara só vai pagar até duas horas extras por dia para o funcionário que ficar além do horário normal, mesmo em dias como terças e quartas-feiras quando a sessão do plenário pode se estender até a madrugada.

Segundo o primeiro-secretário da Câmara, deputado Rafael Guerra (PSDB-MG), as horas em que o servidor trabalhar além do permitido serão contabilizadas em um banco de horas para serem revertidas em folgas. “Só o diretor-geral pode autorizar horas extras excedentes e há um limite de 50 horas extras mensais", disse Guerra.

Diferentemente do Senado, a Câmara dos Deputados ainda não sabe como implantar o ponto eletrônico para todo o turno dos funcionários da Casa. “Está em estudo a implantação da leitura biométrica de registro das horas de todo o expediente dos servidores. Por enquanto, ficamos só no de horas extras. Ainda não temos data”, disse Rafael Guerra.


 

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