Manifestantes pró e contra Dirceu aguardam a saída do petista da cadeia

Vinicius Boreki

Colaboração para o UOL, em Curitiba

  • Vinicius Boreki/UOL

    A instrumentadora cirúrgica Andréa Basílio (à esquerda), 52 anos

    A instrumentadora cirúrgica Andréa Basílio (à esquerda), 52 anos

Cinco pessoas estavam na porta de entrada do Complexo Médico Penal, na região metropolitana de Curitiba, por volta das 13h desta quarta-feira (3), aguardando a saída do ex-ministro José Dirceu. Houve até mesmo um princípio de confusão entre eles por volta das 12h30.

Ontem, a 2ª Turma do STF [Supremo Tribunal Federal] mandou soltar Dirceu, preso na capital paranaense desde 2015. Hoje, o juiz Sergio Moro determinou que use tornozeleira eletrônica ao deixar a prisão e não saia da cidade em que possui residência, Vinhedo (SP), a cerca de 80 quilômetros da capital paulista.

Três deles, oriundos de São Paulo, disseram que foram ao local apenas para mostrar o "tamanho da sua indignação com o momento do país".

Vinicius Boreki/UOL
A aposentada Ana Paula Perciano, 52 anos (à direita)

"Os bandidos de toga estão acabando com o Brasil. O STF está envolvido na corrupção e estão dando uma rasteira no povo", crítica a instrumentadora cirúrgica Andréa Basílio, 52.

Por outro lado, duas amigas de Vitória, no Espírito Santo, aproveitaram a estada em Curitiba para um curso para dar apoio ao ex-ministro.

"Zé Dirceu é o nosso comandante, uma pessoa que luta pela igualdade. Tanto no julgamento do STF quanto na Lava Jato, ele está sendo acusado e sendo condenado sem provas. Isso mostra um problema que todo o país vive", diz a aposentada Ana Paula Perciano, 52.

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