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Oposição e governistas citam decisão do TSE: 'Vergonha' e 'esquerda chora'

O presidente Jair Bolsonaro e o vice-presidente, Hamilton Mourão, durante Cerimônia de Sanção da Lei de Capitalização da Eletrobras no Planalto em Brasília (DF), nesta terça-feira (13) - WALLACE MARTINS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O presidente Jair Bolsonaro e o vice-presidente, Hamilton Mourão, durante Cerimônia de Sanção da Lei de Capitalização da Eletrobras no Planalto em Brasília (DF), nesta terça-feira (13) Imagem: WALLACE MARTINS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Colaboração para o UOL

28/10/2021 11h49Atualizada em 28/10/2021 15h05

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) negou hoje, por unanimidade, um pedido de cassação da chapa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e do vice, Hamilton Mourão (PRTB), eleita em 2018. A decisão dividiu políticos governistas e de oposição nas redes sociais.

Enquanto os bolsonaristas comemoraram o resultado, políticos contra Bolsonaro, como o deputado federal Ivan Valente (PSOL), manifestaram sua insatisfação. Valente chamou o resultado de "absurdo" e "vergonhoso".

"Mais uma narrativa da esquerda que vai pelo ralo. TSE forma maioria contra cassação da chapa Bolsonaro-Mourão. A esquerda chora", disse o deputado federal Pedro Lupion (DEM).

Zeca Dirceu (PT) falou que os ministros do TSE "estão compactuando com a disseminação de fake news e com a corja de ódio deste desgoverno".

Iniciadas há três anos por coligação liderada pelo PT, as ações pediam a cassação de Bolsonaro por disparos de mensagens em massa contra os petistas durante a campanha.

Para Carla Zambelli (PSL), "a história dos 'disparos em massa' foi a maior fake news de 2018.

Fernanda Melchionna (PSOL) também comentou o resultado: "Péssimo! Se abre precedente de impunidade".

A deputada Natália Bonavides (PT) falou que "os ministros reconhecem que houve disparo em massa, divulgação de discurso de ódio, abuso do poder econômico e contratação não declarada pela campanha (Caixa 2). Mas a decisão é: não punir nada".

Prevendo a derrota das ações, o PSOL afirmou ser "uma vergonha que as instituições se acovardem dessa maneira".

Coronel Tadeu (PSL) destacou a unanimidade da votação. "Era só o que faltava uma condenação baseada por uma matéria de jornal", ironizou.

O senador Marcos Rogério (DEM) compartilhou a notícia enquanto o placar estava 4 a 0, o que já "impossibilita que a decisão seja revertida!".

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