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1 mês

Weintraub faz novo ataque: 'Chegou a hora de desmascarar o Exército'

Colaboração para o UOL

27/06/2022 21h37Atualizada em 28/06/2022 07h55

Ex-ministro da Educação no governo Jair Bolsonaro (PL), o economista Abraham Weintraub (PMB) criticou, durante transmissão ao vivo hoje, o Exército brasileiro. O pré-candidato ao governo de São Paulo disse que é preciso "desmascarar quem domina o Exército brasileiro".

"Quem participa do Exército brasileiro é o povo, soldado, sargento, tenente. O problema está no topo, quem controla o Exército há muitas gerações", disse.

Na avaliação de Weintraub, há "positivismo" no Exército. "Enquanto a gente não resolver o positivismo, a gente não consegue desmontar o comunismo, socialismo, a esquerda no Brasil", afirmou, se referindo à corrente filosófica.

Weintraub ironiza Bolsonaro em meio à crise do MEC

O ex-ministro da Educação faz ataques recorrentes ao governo e seus ex-aliados. Na sexta-feira (24), Weintraub ironizou o presidente da República em meio à crise envolvendo o também ex-ministro da pasta Milton Ribeiro.

"Eu traí por ser honesto e permanecer honesto? Observe que o Jet Ski é da Marinha e a gasolina é paga com nossos impostos!", escreveu Weintraub, em uma postagem no Twitter acompanhada de uma foto do presidente andando de jet ski.

O MPF (Ministério Público Federal) afirma haver suspeitas de interferência do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas investigações referentes ao ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, na Operação da Polícia Federal Acesso Pago.

De acordo com transcrição divulgada pela GloboNews e obtida pelo UOL, a conversa de Milton Ribeiro se deu com a filha. O ex-ministro diz que recebeu informações de Jair Bolsonaro sobre uma possível operação:

  • Ministro para a filha: "A única coisa meio... hoje o presidente me ligou... ele tá com um pressentimento, novamente, que eles podem querer atingi-lo através de mim, sabe? É que eu tenho mandado versículos pra ele, né?"
  • Filha pergunta: "Ele quer que você pare de mandar mensagens?"
  • Ministro responde: "Não! Não é isso... ele acha que vão fazer uma busca e apreensão... em casa... sabe... é... é muito triste. Bom! Isso pode acontecer, né? Se houver indícios, né?".

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