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Canadá, Austrália e Portugal também têm programas para atrair médicos estrangeiros

Além do Brasil, outros países recrutam médicos estrangeiros com autorização exclusiva e sem validação plena para atuarem na atenção primária de áreas de alta vulnerabilidade social. O Canadá, assim como o Brasil, exige que o profissional tenha autorização para atuar no país de onde veio, mas não pede a validação do diploma.

Em ambos os Estados, os médicos são autorizados a atenderem exclusivamente no interior, em áreas remotas e periferias de grandes centros. De acordo com informações do Medical Council of Canada, para trabalhar na nação, é preciso ter conhecimento da língua local (inglesa ou francesa, conforme a província de destino).

A principal diferença entre os países está no formato da avaliação. No Brasil, os estrangeiros assistem a aulas, durante três semanas, sobre o Sistema Único de Saúde (SUS), doenças prevalentes no território brasileiro, conhecimentos linguísticos e de comunicação e saúde indígena. O conteúdo programático e os materiais de treinamento são elaborados por uma comissão formada por professores de universidades federais. Já no Canadá, a orientação dura sete dias e envolve questões interculturais e de comunicação.

Em Portugal, também é preciso ter permissão para exercer a medicina no país de origem, conhecimento de língua portuguesa e não é exigida a validação do diploma. Os médicos são avaliados por uma comissão de professores de universidades portuguesas e representantes de entidades médicas. Segundo o Ministério da Saúde de Portugal, a autorização é concedida somente para atuação em áreas específicas das regiões de Alentejo e Algarve.

Na Austrália, a atração de médicos estrangeiros é feita por meio de programa 10-year Moratorium. O país da Oceania também exige autorização para o exercício da medicina no país de onde veio o profissional, conhecimento da língua local (inglês) e não pede a validação do diploma.

O médico estrangeiro deve trabalhar exclusivamente no interior, em áreas remotas e periferias de grandes centros por 10 anos. De acordo com informações do Department of Health and Ageing, a avaliação é feita pelo Conselho Médico Australiano.

Cubanos
Além de enviar médicos para o Brasil por meio de acordo entre o governo federal e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Cuba tem convênio com 58 países, onde atuam 39.918 profissionais. Os cubanos têm experiência profissional na África, América Central, América do Sul, Caribe, Europa (somente em Portugal), Ásia e Oceania. O Brasil também possui um acordo de cooperação com Cuba para restruturação e fortalecimento do sistema de saúde do Haiti.

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Este é um informe publicitário de autoria do Ministério da Saúde e não faz parte do conteúdo jornalístico do UOL.