O dono da faixa presidencial

Posse de Jair Bolsonaro tem carona para filho, pinote, 'casamento' com Congresso e beijos na primeira-dama

Célio Messias/Estadão Conteúdo

A posse do 38º presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), foi marcada por algumas curiosidades e quebras de protocolo ao longo da cerimônia, que começou em Brasília às 14h30 e se estendeu pela tarde de terça-feira (1º): uma carona para o filho Carlos Bolsonaro no banco de trás do Rolls-Royce presidencial e um pinote assustado de um dos cavalos da guarda destacaram-se no desfile em carro aberto pela Esplanada dos Ministérios.

No Congresso Nacional, o general Hamilton Mourão, novo vice-presidente, subiu o tom e chamou a atenção durante seu juramento de posse. Já Bolsonaro pediu união e brincou com os parlamentares: "Estou casando com vocês".

O presidente eleito citou Deus diversas vezes no seu segundo discurso como presidente empossado, já falando ao público na praça dos Três Poderes, quebrando o protocolo ao beijar em público a mulher, Michelle Bolsonaro, e deixá-la ser a primeira a discursar. Em Libras.

Uma multidão animada acompanhou a posse sob um forte esquema de segurança e o ex-presidente Michel Temer foi vaiado quando desceu a rampa do Palácio do Planalto, enquanto nos bastidores os jornalistas profissionais foram confinados e tiveram bastante dificuldade para trabalhar. Confira abaixo os principais momentos da cerimônia.

Cavalo se assusta e dá pinote

Durante o início do desfile em carro aberto, um dos cavalos da comitiva dos Dragões da Independência, guarda montada que acompanhava o Rolls-Royce, assustou-se aparentemente com a multidão e teve de ser retirado da frente do carro. Foi só um susto. Em seguida, o desfile prosseguiu normalmente.

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Filho do presidente "pega carona" em Rolls-Royce

Bolsonaro levou no Rolls-Royce presidencial em desfile em carro aberto, além de sua mulher, Michelle Bolsonaro, um de seus filhos, o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). "Ele é o pitbull da família", justificou a jornalistas mais tarde o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), sobre a presença do irmão no desfile oficial.

Walterson Rosa/Folhapress Walterson Rosa/Folhapress

O tom do vice-presidente

O vice-presidente, general Hamilton Mourão, literalmente subiu o tom durante o juramento que fez ao tomar posse do cargo no Congresso Nacional.

Com a mão sobre a Bíblia em um tom firme e com voz bastante alta, o general leu com entusiasmo visível seu juramento de posse e chamou a atenção no Congresso e nas redes sociais. 

'Casamento' com o Congresso

Pouco antes de seu primeiro discurso como presidente da República, no Congresso Nacional, Bolsonaro brincou com os parlamentares ao chegar à Câmara dos Deputados.

Descontraído, afirmou que voltava à Casa, onde foi deputado por 28 anos, com humildade. "Estou casando com vocês", afirmou aos congressistas. Na primeira fala oficial, Bolsonaro pediu ajuda do Congresso para reconstruir o Brasil em um pacto nacional. "Vamos valorizar o Parlamento, resgatando a legitimidade e a credibilidade do Congresso", afirmou. 

Em mais um pedido de apoio, o presidente dirigiu-se aos prefeitos e governadores. "Pretendo partilhar o poder, de forma progressiva, responsável e consciente, de Brasília para o Brasil; do Poder Central para estados e municípios", afirmou. 

Nelson Almeida/AFP Nelson Almeida/AFP

Libertação do socialismo 

Ainda no primeiro discurso depois de assinar o termo de posse, Bolsonaro reforçou bandeiras que foram pilares de seu discurso durante a campanha. "Aproveito este momento solene e convoco, cada um dos congressistas, para me ajudarem na missão de restaurar e de reerguer nossa pátria, libertando-a, definitivamente, do jugo da corrupção, da criminalidade, da irresponsabilidade econômica e da submissão ideológica", afirmou o presidente.

"Vamos unir o povo, valorizar a família, respeitar as religiões e nossa tradição judaico-cristã, combater a ideologia de gênero, conservando nossos valores. O Brasil voltará a ser um país livre de amarras ideológicas", afirmou Bolsonaro em sua fala, em um claro aceno a um de seus principais convidados presentes à posse: o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em sua primeira visita ao Brasil.

No segundo discurso do dia, na praça dos Três Poderes, já com a faixa presidencial, o presidente afirmou que vai libertar o povo do socialismo e do politicamente correto.

Pedro Ladeira/Folhapress Pedro Ladeira/Folhapress

"Bandeira só será vermelha se for preciso nosso sangue"

Bolsonaro também afirmou que a bandeira do Brasil, que segurava, jamais será vermelha. Estava ao lado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e do vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB).

"Ela só será vermelha se for preciso nosso sangue para mantê-la verde e amarela", disse.

Michelle quebra protocolo

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, quebrou o protocolo e discursou durante a posse presidencial.

Pelo menos desde a redemocratização as primeiras-damas nunca haviam discursado durante a cerimônia. Além disso, Michelle fez sua fala antes da do marido e em linguagem de Libras. Uma porta-voz lia o texto ao seu lado para quem não domina a linguagem de sinais.

Pedro Ladeira/Folhapress Pedro Ladeira/Folhapress

Beijo do casal presidencial

A primeira-dama protagonizou outro momento de descontração e quebra de protocolo na posse presidencial: após seu discurso em libras.

Atendendo a pedidos do público presente, ela deu dois beijos na boca do marido antes de ele começar a discursar.

"Deus acima de todos" 

Durante suas primeiras falas públicas como presidente, Bolsonaro reforçou sua ligação com o eleitorado religioso cristão e citou termos religiosos diversas vezes. Considerados os dois discursos, Bolsonaro falou em Deus dez vezes.

"Hoje, aqui estou, fortalecido, emocionado e profundamente agradecido, a Deus, pela minha vida, e aos brasileiros, por confiarem a mim a honrosa missão de governar o Brasil, neste período de grandes desafios e, ao mesmo tempo, de enorme esperança", afirmou Bolsonaro durante o discurso no Congresso, que encerrou com seu tradicional bordão "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos".

No encerramento do segundo discurso, na praça dos Três Poderes, Deus foi citado quatro vezes: "Agradeço a Deus por estar vivo e a vocês que oraram por mim e por minha saúde nos momentos mais difíceis. Peço ao bom Deus que nos dê sabedoria para conduzir a nação. Que Deus abençoe esta grande nação. Brasil acima de tudo, Deus acima de todos", encerrou o presidente.

Monica Bergamo/Folhapress Monica Bergamo/Folhapress

Jornalistas confinados

Causou indignação e frustração entre profissionais da imprensa a rigidez e restrições ao trabalho dos repórteres imposto pelo rígido esquema de segurança montado para a posse.

Os profissionais tiveram de apresentar-se na Esplanada dos Ministérios às 7h, apesar de a posse estar marcada para as 14h30.

No Congresso, para onde parte dos profissionais foi encaminhada, não havia onde sentar e nem o que comer ou beber. Apenas um banheiro estava disponível para centenas de profissionais.

Quatro jornalistas estrangeiros escalados para cobrir o coquetel de comemoração da posse, no Palácio do Itamaraty, desisitiram da tarefa e foram embora ao saber que teriam de esperar mais de sete horas em um área confinada, sem poder circular pelo salão. 

Xinhua/R.Martínez Candia/ABI Xinhua/R.Martínez Candia/ABI

'Irmão' de Evo Morales

Entre os convidados estrangeiros para a posse, chamava a atenção a presença do presidente da Bolívia, Evo Morales. De esquerda e amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, chamou o novo presidente do Brasil de "irmão".

Segundo ele, Bolívia e Brasil são parceiros estratégicos que olham no mesmo horizonte. Morales usou sua conta pessoal no Twitter para descrever sua expectativa sobre o futuro governo.

Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo

Vaias para Temer

O ex-presidente Michel Temer foi vaiado ao descer a rampa do Palácio do Planalto, antes de passar a faixa presidencial para Bolsonaro. Ao ser anunciado nos altos falantes pelo locutor da cerimônia, ainda ouviu um coro de "Fora, Temer" vindo de parte das pessoas que ocupavam a praça dos Três Poderes para acompanhar a posse de Bolsonaro.

Presidente mais impopular pelo menos desde o fim da ditadura militar, Michel Temer foi avaliado como ruim ou péssimo para 62% dos entrevistados, segundo sondagem do Datafolha da semana passada.

Wilton Junior/Estadão COnteúdo

Veja a íntegra dos dois discursos do presidente Jair Bolsonaro

Discurso no Congresso

Senhoras e Senhores, com humildade, volto a esta Casa [Congresso Nacional], onde, por 28 anos, me empenhei em servir à nação brasileira, travei grandes embates e acumulei experiências e aprendizados, que me deram a oportunidade de crescer e amadurecer.

Volto a esta Casa, não mais como deputado, mas como Presidente da República Federativa do Brasil, mandato a mim confiado pela vontade soberana do povo brasileiro.

Hoje, aqui estou, fortalecido, emocionado e profundamente agradecido, a Deus pela minha vida e aos brasileiros, por confiarem a mim a honrosa missão de governar o Brasil, neste período de grandes desafios e, ao mesmo tempo, de enorme esperança.

Aproveito este momento solene e convoco, cada um dos Congressistas, para me ajudarem na missão de restaurar e de reerguer nossa Pátria, libertando-a, definitivamente, do jugo da corrupção, da criminalidade, da irresponsabilidade econômica e da submissão ideológica.

Temos, diante de nós, uma oportunidade única de reconstruir nosso país e de resgatar a esperança dos nossos compatriotas.

Estou certo de que enfrentaremos enormes desafios, mas, se tivermos a sabedoria de ouvir a voz do povo, alcançaremos êxito em nossos objetivos, e, pelo exemplo e pelo trabalho, levaremos as futuras gerações a nos seguir nesta tarefa gloriosa.

Vamos unir o povo, valorizar a família, respeitar as religiões e nossa tradição judaico-cristã, combater a ideologia de gênero, conservando nossos valores. O Brasil voltará a ser um país livre de amarras ideológicas.

Pretendo partilhar o poder, de forma progressiva, responsável e consciente, de Brasília para o Brasil; do Poder Central para Estados e Municípios.
Minha campanha eleitoral atendeu ao chamado das ruas e forjou o compromisso de colocar o Brasil acima de tudo, e Deus acima de todos.

Por isso, quando os inimigos da pátria, da ordem e da liberdade tentaram pôr fim à minha vida, milhões de brasileiros foram às ruas. Uma campanha eleitoral transformou-se em um movimento cívico, cobriu-se de verde e amarelo, tornou-se espontâneo, forte e indestrutível, e nos trouxe até aqui.

Nada aconteceria sem o esforço e o engajamento de cada um dos brasileiros que tomaram as ruas para preservar nossa liberdade e democracia.
Reafirmo meu compromisso de construir uma sociedade sem discriminação ou divisão.

Daqui em diante, nos pautaremos pela vontade soberana daqueles brasileiros: que querem boas escolas, capazes de preparar seus filhos para o mercado de trabalho e não para a militância política; que sonham com a liberdade de ir e vir, sem serem vitimados pelo crime; que desejam conquistar, pelo mérito, bons empregos e sustentar com dignidade suas famílias; que exigem saúde, educação, infraestrutura e saneamento básico, em respeito aos direitos e garantias fundamentais da nossa Constituição. 

O Pavilhão Nacional nos remete à "ORDEM E AO PROGRESSO".

Nenhuma sociedade se desenvolve sem respeitar esses preceitos.

O cidadão de bem merece dispor de meios para se defender, respeitando o referendo de 2005, quando optou, nas urnas, pelo direito à legítima defesa.
Vamos honrar e valorizar aqueles que sacrificam suas vidas em nome de nossa segurança e da segurança dos nossos familiares.

Contamos com o apoio do Congresso Nacional para dar o respaldo jurídico aos policiais para realizarem seu trabalho.

Eles merecem e devem ser respeitados!

Nossas Forças Armadas terão as condições necessárias para cumprir sua missão constitucional de defesa da soberania, do território nacional e das instituições democráticas, mantendo suas capacidades dissuasórias para resguardar nossa soberania e proteger nossas fronteiras. 

Montamos nossa equipe de forma técnica, sem o tradicional viés político que tornou nosso estado ineficiente e corrupto. 

Vamos valorizar o Parlamento, resgatando a legitimidade e a credibilidade do Congresso Nacional.

Na economia traremos a marca da confiança, do interesse nacional, do livre mercado e da eficiência.

Confiança no compromisso de que o governo não gastará mais do que arrecada e na garantia de que as regras, os contratos e as propriedades serão respeitados.

Realizaremos reformas estruturantes, que serão essenciais para a saúde financeira e sustentabilidade das contas públicas, transformando o cenário econômico e abrindo novas oportunidades.

Precisamos criar um ciclo virtuoso para a economia que traga a confiança necessária para permitir abrir nossos mercados para o comércio internacional, estimulando a competição, a produtividade e a eficácia, sem o viés ideológico.

Nesse processo de recuperação do crescimento, o setor agropecuário seguirá desempenhando um papel decisivo, em perfeita harmonia com a preservação do meio ambiente.

Da mesma forma, todo setor produtivo terá um aumento da eficiência, com menos regulamentação e burocracia.

Esses desafios só serão resolvidos mediante um verdadeiro pacto nacional entre a sociedade e os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, na busca de novos caminhos para um novo Brasil.

Uma de minhas prioridades é proteger e revigorar a democracia brasileira, trabalhando arduamente para que ela deixe de ser apenas uma promessa formal e distante e passe a ser um componente substancial e tangível da vida política brasileira, com o respeito ao Estado Democrático.

A construção de uma nação mais justa e desenvolvida requer a ruptura com práticas que se mostraram nefastas para todos nós, maculando a classe política e atrasando o progresso. 

A irresponsabilidade nos conduziu à maior crise ética, moral e econômica de nossa história.

Hoje começamos um trabalho árduo para que o Brasil inicie um novo capítulo de sua história.

Um capítulo no qual o Brasil será visto como um país forte, pujante, confiante e ousado.

A política externa retomará seu papel na defesa da soberania, na construção da grandeza e no fomento ao desenvolvimento do Brasil. 

Senhoras e Senhores Congressistas,

Deixo esta casa, rumo ao Palácio do Planalto, com a missão de representar o povo brasileiro.

Com a bênção de Deus, o apoio da minha família e a força do povo brasileiro, trabalharei incansavelmente para que o Brasil se encontre com o seu destino e se torne a grande nação que todos queremos.

Muito obrigado a todos vocês.

BRASIL ACIMA DE TUDO!

DEUS ACIMA DE TODOS!

Fala ao povo

Amigas e amigos de todo o Brasil, é com humildade e honra que me dirijo a todos vocês como presidente do Brasil. 

E me coloco diante de toda a nação, neste dia, como o dia em que o povo começou a se libertar do socialismo, da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto.

As eleições deram voz a quem não era ouvido.

E a voz das ruas e das urnas foi muito clara. 

E eu estou aqui para responder e, mais uma vez, me comprometer com esse desejo de mudança.

Também estou aqui para renovar nossas esperanças e lembrar que, se trabalharmos juntos, essa mudança será possível.

Respeitando os princípios do estado democrático de direito, guiados por nossa Constituição e com Deus no coração, a partir de hoje, vamos colocar em prática o projeto que a maioria do povo brasileiro democraticamente escolheu, vamos promover as transformações de que o país precisa. 

Temos recursos minerais abundantes, terras férteis abençoadas por Deus e um povo maravilhoso.

Temos uma grande nação para reconstruir e isso faremos juntos.

Os primeiros passos já foram dados.

Graças a vocês, eu fui eleito com a campanha mais barata da história.

Graças a vocês, conseguimos montar um governo sem conchavos ou acertos políticos, formamos um time de ministros técnicos e capazes para transformar nosso Brasil. Mas ainda há muitos desafios pela frente.

Não podemos deixar que ideologias nefastas venham a dividir os brasileiros. Ideologias que destroem nossos valores e tradições, destroem nossas famílias, alicerce da nossa sociedade.

E convido a todos para iniciarmos um movimento nesse sentido. Podemos, eu, você e as nossas famílias, todos juntos, reestabelecer padrões éticos e morais que transformarão nosso Brasil. 

A corrupção, os privilégios e as vantagens precisam acabar. Os favores politizados, partidarizados devem ficar no passado, para que o governo e a economia sirvam de verdade a toda Nação.

Tudo o que propusemos e tudo o que faremos a partir de agora tem um propósito comum e inegociável: os interesses dos brasileiros em primeiro lugar.

O brasileiro pode e deve sonhar. Sonhar com uma vida melhor, com melhores condições para usufruir do fruto do seu trabalho pela meritocracia. E ao governo cabe ser honesto e eficiente.

Apoiando e pavimentando o caminho que nos levará a um futuro melhor, ao invés de criar pedágios e barreiras.

Com este propósito iniciamos nossa caminhada. E com este espírito e determinação que toda equipe de governo assume no dia de hoje.

Temos o grande desafio de enfrentar os efeitos da crise econômica, do desemprego recorde, da ideologização de nossas crianças, do desvirtuamento dos direitos humanos, e da desconstrução da família.

Vamos propor e implementar as reformas necessárias. Vamos ampliar infraestruturas, desburocratizar, simplificar, tirar a desconfiança e o peso do Governo sobre quem trabalha e quem produz. 

Também é urgente acabar com a ideologia que defende bandidos e criminaliza policiais, que levou o Brasil a viver o aumento dos índices de violência e do poder do crime organizado, que tira vidas de inocentes, destrói famílias e leva a insegurança a todos os lugares.

Nossa preocupação será com a segurança das pessoas de bem e a garantia do direito de propriedade e da legítima defesa, e o nosso compromisso é valorizar e dar respaldo ao trabalho de todas as forças de segurança.

Pela primeira vez, o Brasil irá priorizar a educação básica, que é a que realmente transforma o presente e o futuro de nossos filhos e netos, diminuindo a desigualdade social.

Temos que nos espelhar em nações que são exemplos para o mundo e que por meio da educação encontraram o caminho da prosperidade.

Vamos retirar o viés ideológico de nossas relações internacionais. 

Vamos em busca de um novo tempo para o Brasil e os brasileiros!

Por muito tempo, o país foi governado atendendo a interesses partidários que não o dos brasileiros. Vamos restabelecer a ordem neste país.

Sabemos do tamanho da nossa responsabilidade e dos desafios que vamos enfrentar. Mas sabemos aonde queremos chegar e do potencial que o nosso Brasil tem. Por isso vamos dia e noite perseguir o objetivo de tornar o nosso país um lugar próspero e seguro para os nossos cidadãos e uma das maiores nações do planeta.

Podem contar com toda a minha dedicação para construir o Brasil dos nossos sonhos.

Agradeço a Deus por estar vivo e a vocês que oraram por mim e por minha saúde nos momentos mais difíceis.

Peço ao bom Deus que nos dê sabedoria para conduzir a nação.

Que Deus abençoe esta grande nação.

Brasil acima de tudo, Deus acima de todos. 

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