Bem-estar

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Impotência é um problema de homens mais velhos. MITO: a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do programa de estudos em sexualidade da Universidade de São Paulo, diz que há dois tipos de impotência: "Há aquelas de causa física que ocorrem em homens mais velhos devido ao diabetes, hipertensão e problemas na próstata, em decorrência da idade. Já em jovens surge por problemas emocionais e psicológicos". O urologista Edgar Romanato, do Hospital 9 de Julho, concorda: "A disfunção erétil tem várias causas e pode ocorrer em qualquer idade, porém, tende a ser um problema para homens com mais idade e portadores de doenças crônicas" AFP Mais

Masturbação provoca espinha. MITO: não há relação alguma entre masturbação e o surgimento de espinhas, explica Daniela Lemes, dermatologista e diretora médica da Slim Clinique (RJ): "As pessoas fazem essa ligação porque a época de maior intensidade de masturbação é na puberdade, quando também há uma maior incidência de espinhas que surgem por causa do aumento das taxas hormonais" Thinkstock Mais

Sexo pode viciar. VERDADE: "Sim, quando se tem uma compulsão que pode, então, passar para dependência. Daí é preciso procurar tratamento com psiquiatra, medicação e psicoterapia, mas tem cura", conta a psiquiatra Carmita Abdo. O urologista Edgar Romanato, do Hospital 9 de Julho, lembra que se o problema não for tratado pode atrapalhar vários aspectos da vida do viciado Getty Images Mais

Homens sentem dor se não fazem sexo regularmente. VERDADE: sim, alguns homens podem sentir um desconforto na região escrotal se não ejaculam por longo período de tempo. O urologista do Hospital 9 de Julho Edgar Romanato explica: "Isso está relacionado ao epidídimo, estrutura que fica junto ao testículo e faz a maturação do espermatozoide. Em alguns homens, o fato de não ejacular com frequência ou mesmo de interromper uma relação pode causar dor na região. Isso porque o epidídimo dilata". A psiquiatra Carmita Abdo completa: "Alguns têm dor, às vezes, por não expelirem o esperma, pois a bolsa escrotal fica cheia. Porém, a dor pode aparecer não por falta de sexo, mas por coincidência, e esconder problemas mais sérios" Thinkstock Mais

O ponto G gera um prazer maior às mulheres. INCONCLUSIVO: "Como ainda não está cientificamente comprovada a existência do ponto G, não se pode afirmar que ele teria este poder", afirma a psiquiatra da USP Carmita Abdo. O ginecologista do Hospital 9 de Julho, José Domingos Borges, diz que o ponto G é uma área de difícil determinação em órgãos genitais. "Algumas mulheres relatam maior prazer ao estímulo neste ponto que, supostamente. estaria localizado na parede vaginal anterior" Thinkstock Mais

Quem faz sexo oral não precisa usar proteção. MITO: muitas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) podem ser passadas por sexo oral sem proteção. A psiquiatra Carmita Abdo alerta que no caso do homem que vai receber, usa-se camisinha. "Se for a mulher, é necessário um isolamento das secreções da genitália, como um celofane ou camisinha feminina. Isso realmente torna o sexo menos atrativo, mas previne vírus como HPV e HIV". O urologista Edgar Romanato, do Hospital 9 de Julho, lembra que outra doença grave pode ser transmitida desta forma, a hepatite. "Portanto, sexo oral deve ser praticado com uso de preservativos", enfatiza Thinkstock Mais

Durante o período menstrual é impossível engravidar. PARCIALMENTE VERDADE: o ginecologista do Hospital 9 de Julho José Domingos Borges diz que isso não é impossível, mas a probabilidade é mínima, pois o período menstrual antecede o início de estimulação hormonal para que se comece o crescimento dos óvulos nos ovários, ou seja, o período menstrual é um período infértil. A psiquiatra Carmita Abdo afirma, no entanto, que pode ocorrer uma ovulação inesperada. "Isso não é comum, mas é possível. Mais um motivo para usar camisinha, afinal, o sangue menstrual pode transmitir doenças" Thinkstock Mais

Sexo faz bem para o coração e a pele. VERDADE: "Sexo faz bem para a pele, sim, pois a sensação de felicidade e bem-estar que ele proporciona libera endorfinas", afirma a dermatologista Daniela Lemes. A psiquiatra Carmita Abdo concorda: "Sem dúvida. É uma atividade física que gera prazer, combate a ansiedade, e a liberação de endorfinas reverte para a saúde física e emocional". O ginecologista do Hospital 9 de Julho José Domingos Borges completa dizendo que a prática sexual é uma atividade que melhora o preparo físico e a circulação; consequentemente, aprimora o trabalho cardíaco Thinkstock Mais

Homens têm mais desejo sexual que mulheres. MITO: a psiquiatra Carmita Abdo diz que isso acontece mais quando a mulher entra na menopausa, pois há uma diminuição na lubrificação e o sexo pode passar a ser desconfortante e o desejo, diminuir. Assim, ela passa a evitar o sexo, diferentemente do homem, que não para de produzir hormônios. O urologista Edgar Romanato acredita que o fato de o homem ter testosterona em muito maior quantidade que a mulher faz com que tenha mais desejo sexual. Porém, ele lembra que existem outras causas envolvidas na libido de cada um e este é apenas um dos fatores. O ginecologista José Domingos Borges frisa que a excitação masculina é diferente da feminina: "A mulher tem necessidade de mais sofisticação e cuidados. Isso passa a ideia que o homem tem mais desejo que ela" Getty Images Mais

Nenhum pênis é grande demais para uma vagina. PARCIALMENTE VERDADE: o urologista do Hospital 9 de Julho Edgar Romanato diz que pênis com tamanho acima da média podem causar desconfortos durante uma relação sexual. A psiquiatra da USP, Camita Abdo, completa: "De modo geral, o pênis tem tamanho compatível com o da vagina, que é elástica. Porém, incursões violentas, como bater a glande no fundo da vagina, podem machucar, sim" Orlando Mais

Tamanho não é importante; mulheres preferem um pênis grosso a um longo. VERDADE: a psiquiatra Carmita Abdo diz que suas pesquisas com mulheres mostram que é uma regra o pênis fino não agradar: "É uma queixa mais frequente que a do tamanho. Grossos agradam mais, o que também não quer dizer que o tamanho não seja importante. A mulher sente menos satisfação porque o atrito com a parede da vagina dá mais prazer e o pênis mais fino, em suas incursões, não é tão estimulante" Thinkstock Mais

Ostra é afrodisíaca. VERDADE: Edgar Romanato, urologista do Hospital 9 de Julho, conta que ostras e outros frutos do mar são ricos em algumas substâncias, como zinco e ácido D-aspártico, que estão envolvidos com produção de sêmen e hormônios sexuais. A psiquiatra da USP Carmita Abdo afirma que o zinco, presente na ostra, é um mineral que, reconhecidamente, melhora o interesse sexual, a ereção e a lubrificação. "Porém, a ostra sozinha não faz tudo", brinca ela Thinkstock Mais

Sexo antes de um evento importante pode prejudicar o desempenho. INCONCLUSIVO: segundo o urologista do Hospital 9 de Julho Edgar Romanato há alguns estudos sobre esse assunto, com resultados contraditórios. Há testes de esteira realizados antes e depois de atividade sexual com conclusões semelhantes. Há quem defenda que o sexo pode prejudicar o desempenho se feito pouco antes de uma atividade de alto rendimento. A psiquiatra Carmita Abdo vai mais para o aspecto psicológico: "Uma pessoa pode passar a noite fazendo sexo e não estar cansada. Porém, pode ter um mau desempenho sexual e o emocional ficar abalado. Se o sexo não for bom, pode mexer com a autoestima. Assim, não é só o sexo em si que atrapalha, mas outras possibilidades" Vinicius Konchinski/UOL Mais

Fazer sexo na água mata o espermatozoide. MITO: Edgar Romanato, urologista do Hospital 9 de Julho, diz que pode até ocorrer a morte de alguns espermatozoides em determinado meio e com alteração de temperaturas, mas esse não é um método anticoncepcional confiável. A psiquiatra da USP Carmita Abdo comenta que a mulher que termina o ato e vai ao banheiro usar chuveirinho dentro da vagina, por exemplo, teria menos chance de engravidar que outra que fica deitada aproveitando o momento, mas isso não é garantido Lola Oliveira/Brazil Photo Press/Agência O Globo Mais

Os seios da mulher aumentam durante as preliminares. VERDADE: o ginecologista do Hospital 9 de Julho José Domingos Borges diz que pode haver maior intumescimento de mamilos e das glândulas mamárias, sim. A psiquiatra Carmita Abdo afirma: "Quando a mulher se excita, as extremidades de seu corpo recebem mais sangue, ficando regurgitadas, turgidas. Então, claro, os seios também aumentam de tamanho" Thinkstock Mais

O tamanho do pé, da mão ou do nariz determina o do pênis. MITO: o urologista Edgar Romanato, do Hospital 9 de Julho, conta que nenhum trabalho científico confiável comprova tal correlação. A psiquiatra Carmita Abdo acredita que as pessoas fazem brincadeiras relacionando os tamanhos de pé, mão e nariz com o pênis, porque ele também é uma extremidade do corpo, mas lembra que nem sempre esta máxima corresponde à realidade Thinkstock Mais

Excesso de soja altera os níveis de testosterona. INCONCLUSIVO: o urologista Edgar Romanato afirma que pesquisas recentes mostram que a soja pode alterar níveis de testosterona e influir na libido e na potência. Já a psiquiatra Carmita Abdo afirma que ainda estão pesquisando se a soja teria a possibilidade de melhorar a quantidade de estrógeno nas mulheres, o que equivaleria a uma redução na testosterona, mas nada conclusivo ainda Flávio Florido/Folhapress Mais

Andar muito de bicicleta pode fazer o homem ter impotência. PARCIALMENTE VERDADE: essa suspeita surgiu porque o assento da bicicleta tradicional, com a traseira estreita e o nariz pontudo, poderia lesionar os nervos da região do períneo. "Andar de bicicleta é um hábito saudável, melhora circulação e capacidade aeróbica, portanto não causa impotência, pelo contrário, melhora o fluxo de sangue nas extremidades", afirma o urologista Edgar Romanato , do Hospital 9 de Julho. Já a psiquiatra Carmita Abdo alerta para a posição que o homem fica: "Pode traumatizar algum nervo responsável pela ereção, mas o homem não terá necessariamente este problema andando de bicicleta. Depende do atrito do genital com o assento. O melhor é usar um mais acolchoado". Vale lembrar que há modelos anatômicos, desenhados especialmente para os homens Shutterstock Mais

Ver uma mulher chorando de tristeza reduz a excitação. MITO: homens se comovem, se excitam ou ignoram o choro, conta a psiquiatra Carmita Abdo: "Pode ser pela fragilidade que dá a eles a sensação de poder. Mesmo que exista razão física, o choro pode mobilizar muitas emoções num homem. Em um excita, em outro inibe e outros não se alteram". Segundo o urologista do 9 de Julho Edgar Romanato isso pode afetar cada indivíduo de uma maneira diferente, mas certamente não mexeria com a produção hormonal Getty Images Mais

Clima e altitude afetam a vontade de fazer sexo. PARCIALMENTE VERDADE: a psiquiatra Carmita Abdo cita estudos que demonstraram que os climas mais tropicais são mais propícios ao sexo que lugares muito altos ou frios, que inibiriam a libido. "Mas tudo é relativo. Se a pessoa é muito sexual, não fará diferença. Já a pouco ativa pode não se excitar, pois tudo é menos para ela", diz a médica. Para o urologista Edgar Romanato, o sexo pode ser realizado satisfatoriamente em qualquer condição climática. "Existem fatores muito mais relevantes", afirma ele Thinkstock Mais

Mulheres não se excitam com filmes pornôs. MITO: na opinião da psiquiatra Carmita Abdo, depende de cada mulher e de cada filme. Segundo ela, em geral, elas gostam de filmes com historinhas. "Se for um roteiro sem algum tipo de 'romance', não vão apreciar. Elas querem seguir o que está acontecendo e não ver só o sexo pelo sexo" Thinkstock Mais

Existe tratamento para aumentar o tamanho do pênis. MITO: a psiquiatra Carmita Abdo diz que, até o momento, pesquisas são incompletas e não há nada cientificamente válido que faça essa mudança. Já o urologista Edgar Romanato conta que as maneiras que existem para aumentar o pênis não são aprovadas pela Sociedade Brasileira de Urologia. "Elas podem trazer prejuízo funcional. Apenas em casos extremos esse tipo de cirurgia pode ser realizada. Na maioria dos casos em que o paciente procura o médico com esta queixa, o pênis está na média do brasileiro que é de 13 cm em ereção" Arte UOL Mais

Fazer sexo queima calorias. VERDADE: o ginecologista José Domingos Borges diz que a prática sexual constante e regular é um ótimo exercício físico, que leva a um grande consumo calórico. Opinião igual a da psiquiatra Carmita Abdo: "Sem dúvida, não deixa de ser exercício; não é como correr uma maratona ou fazer uma hora de esteira, mas exercita" Thinkstock Mais

Esperma faz bem à pele. MITO: este é um mito que se deve muito à rainha Cleópatra que, diziam, usava sêmen de escravos para tratar a pele, o que não seria incomum no antigo Egito. "Não recomendo esse tipo de aplicação na pele devido às doenças infectocontagiosas. É preciso usar camisinha e descartá-lo. Mas o fato de 'cair' na pele, sem machucados, não trará malefício. O esperma é rico em proteínas e vitaminas", afirma Daniela Lemes, dermatologista e diretora médica da Slim Clinique (RJ) Thinkstock Mais

A posição que mais facilita o orgasmo feminino é por cima. PARCIALMENTE VERDADE: o urologista Edgar Romanoto afirma que esta posição tende a facilitar o orgasmo feminino porque promove o contato do genital masculino com zonas erógenas femininas. Porém, ele lembra que o prazer pode ser atingido nas mais diversas posições e que cada mulher sabe aquela que mais lhe agrada. A psiquiatra Carmita Abdo frisa que todas as posições que facilitem que o clitóris seja estimulado são mais propícias a fazerem a mulher atingir o orgasmo e esta é uma delas Getty Images Mais

Todo homem fantasia fazer sexo com duas mulheres ao mesmo tempo. VERDADE: segundo a psiquiatra da USP Carmita Abdo essa é a fantasia mais frequente em pesquisas com homens. "Não posso dizer que todos têm esta fantasia, mas é a mais comum", conta ela. A opinião é compartilhada pelo ginecologista José Domingos Jorge: "Não dá para afirmar como verdade absoluta, mas percebo que a maioria dos homens se excita ao pensar nessa situação" Thinkstock Mais

Homens gostam de dormir após o sexo. VERDADE: a psiquiatra Carmita Abdo conta que eles têm um relaxamento pós-orgasmo e sentem vontade de dormir para recobrar as forças: "Quando se é jovem, essa recuperação para uma próxima relação é rápida, mas, com a idade, torna-se maior entre os intervalos, dependendo da disposição e da atração que ele sentir". O urologista Edgar Romanato explica que não é necessariamente vontade de dormir: "Após a relação, o homem tem o que chamamos de período refratário, no qual sente alguma necessidade de descanso e muita dificuldade em ter uma nova ereção" Shutterstock Mais

Toda mulher sangra e sente dor em sua primeira vez. MITO: o ginecologista José Domingos Borges, do Hospital 9 de Julho, conta que, na primeira relação, o comum é acontecer o rompimento do hímen que, geralmente, leva ao sangramento. Isso não causa dor intensa necessariamente: "Em geral, causa um desconforto que pode ser de leve a moderado, de acordo com a mulher". Carmita Abdo é mais enfática: "Não, nem todas as mulheres sangram, pois nenhum vaso pode ter se rompido. Quanto à dor, há pessoas mais suscetíveis, há aquelas que relaxam mais e também depende da competência do parceiro. Há também os casos de mulheres com hímen complacente, que não se rompe da primeira vez" Getty Images Mais

Sexo durante a gravidez machuca o bebê. MITO: "Não, o bebê não sofre contato durante o ato sexual. A exceção acontece em casos mais violentos ou exaltados", afirma o ginecologista do Hospital 9 de Julho José Domingos Borges. A psiquiatra Carmita Abdo diz que o bebê está envolto em bolsas dentro do útero e que isso o protege. "O sexo só traria riscos ao feto se fosse uma gravidez de risco" Thinkstock Mais

Se o homem não mantém a ereção é porque não está tão interessado. MITO: o urologista Edgar Romanato, do Hospital 9 de Julho, conta que o homem pode não manter a ereção por diferentes causas, entre elas, orgânicas, vasculares, neurológicas e hormonais, que são as mais importantes em casos de disfunção erétil. A psiquiatra Carmita Abdo afirma que pode ser o contrário: ele estar tão interessado, tão envolvido com a possibilidade de fazer sexo com uma mulher, que acabe perdendo a ereção por excesso de adrenalina. "Além disso, um homem pode não estar interessado e ter ereção", diz ela Thinkstock Mais

O casal ter orgasmo simultâneo é algo raro. VERDADE: segundo a psiquiatra Carmita Abdo isso pode acontecer até num primeiro encontro, quando este for algo excepcional. Porém, ela frisa que o que faz um casal ter um orgasmo simultâneo é a prática e a sintonia que se adquire com o decorrer do tempo. O urologista do Hospital 9 de Julho Edgar Romanato completa: "Isso é mais comum de acontecer se o homem esperar a mulher gozar antes. E isso depende muito da cumplicidade do casal" Getty Images/Thinkstock Mais

Tamanho do pênis muda conforme a etnia. VERDADE: a psiquiatra Carmita Abdo diz que, realmente, os africanos têm predisposição a ter os pênis maiores, mas nada impede que aconteça o contrário. Ela diz que, segundo pesquisas, a média do brasileiro é 12 cm a 13 cm. O urologista do Hospital 9 de Julho Edgar Romanato confirma que a etnia é importante em relação ao tamanho do pênis, assim como determina outras características físicas como cor da pele e cabelo, por exemplo Thinkstock Mais

A prática de sexo anal provoca fissuras e hemorroidas. PARCIALMENTE VERDADE: segundo especialistas, se a pessoa tiver predisposição a hemorroidas e não relaxar, pode se machucar. Porém, esse problema surge por outros motivos e não pelo sexo. Já as fissuras podem aparecer em certas circunstâncias. O ginecologista José Domingos Borges explica que se não forem respeitados alguns cuidados, como boa lubrificação e certa cautela durante a penetração, o sexo anal pode causar, sim, lesões Getty Images Mais

Homossexuais conhecem melhor seus corpos, por isso dão mais prazer aos parceiros. MITO: a psiquiatra Carmita Abdo afirma que isso é mito, pois as pessoas sentem mais ou menos prazer em função de diversos fatores: saúde, habilidade pessoal e do parceiro, sintonia, atração, intimidade, estado de ânimo e privacidade, entre outros. Essas questões influenciam pessoas de todas as orientações sexuais Thinkstock Mais

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