Por que algumas pessoas não conseguem olhar para esta flor de lótus?

Padrões de buracos manifestam-se em doenças e infecções como varíola e sarampo, e que tem tripofobia poderia fazer associações ao ver objetos cotidianos.

Outra hipótese, também investigada por Arnold J Wilkins, está ligada à configuração de buracos e manchas: mais especificamente propriedades matemáticas semelhantes às de imagens conhecidas por causar incômodo visual e mesmo dores de cabeça. Mesmo em quem não se identifica como tripofóbico.

Problema matemático?

Essas imagens, segundo o acadêmico, causam ao cérebro dificuldades de processamento, forçando uma maior oxigenação e um maior uso de energia.

Muitas fobias podem ser decorrentes de mecanismos de proteção. O medo de altura, por exemplo, nos protege de quedas perigosas, ao passo que o medo de insetos evitaria potenciais picadas mortais.

Porém, humanos podem desenvolver fobias de qualquer coisa, e a lista só fez crescer com o maior acesso à internet e às redes sociais. Até o medo de toques de telefone já foi descrito como uma fobia.

Os que argumentam contra a classificação de tripofobia alegam justamente isso: que a condição ganhou fama através de discussões online. E que as vítimas são persuadidas pela sugestão de que padrões repetitivos são impulsivos.

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