'Temos um estoque garantido', afirma Padilha sobre vacina contra H1N1

Em São Paulo

  • Werther Santana/Estadão Conteúdo

    Pessoas aguardam em fila para vacinação na zona norte de São Paulo no primeiro dia da campanha

    Pessoas aguardam em fila para vacinação na zona norte de São Paulo no primeiro dia da campanha

No primeiro dia da campanha antecipada de vacinação contra a gripe H1N1 na capital, o secretário municipal da saúde, Alexandre Padilha, pediu calma à população e assegurou que não faltarão vacinas. Nesta segunda-feira, 11, teve início a imunização para 1,3 milhão de crianças entre 6 meses e 5 anos, gestantes e idosos, grupos mais vulneráveis à doença.

"A vacina vai estar presente. Temos um estoque absolutamente garantido", afirmou Padilha, que acompanhou a campanha nesta manhã, na UBS Dr. Augusto Leopoldo Ayrosa Galvão, na Brasilândia, na zona norte da capital. Na unidade de saúde, o secretário anunciou um mutirão de vacinação em lares de idosos neste sábado, 16. Também estão previstas visitas a abrigos.

"Temos um período para atingir a meta de 80% ao longo de toda a campanha. Sabemos que hoje deve ter um grande afluxo de pessoas nas unidades de saúde. Pela manhã, em uma unidade já tinham 600 pessoas vacinadas. Mas também é bom que as pessoas saibam que teremos o período todo da vacina."

Padilha voltou a pedir que as pessoas tenham calma e não procurem o tamiflu após qualquer sintoma de resfriado, que pode não desenvolver para a gripe H1N1.

Sabemos que a população está preocupada por conta da antecipação da circulação do vírus. Mas é importante as pessoas saberem que nem todo resfriado é H1N1. Primeiro passo é vacinar os grupos vulneráveis que precisam ser vacinados. Segundo, é ter muita tranquilidade, calma, no sentido de que o oseltamivir (nome técnico do tamiflu) tem uma indicação clara de uso, que é para ser utilizado quando a pessoa já tem um estado grave."

Alexandre Padilha, secretário municipal de Saúde

O secretário destacou que a imunização teve início para crianças de 6 meses a 5 anos, idosos e gestantes, pois são grupos mais vulneráveis. A medida respeita uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que recomenda que as unidades de saúde pública direcionem o atendimento a esses grupos.

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