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Coronavírus

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Prefeito de Foz do Iguaçu é diagnosticado com covid-19 pela 2ª vez

Equipe médica que atendeu Chico Brasileiro (PSD) suspeita que ele possa ser um caso de reinfecção - Reprodução/Facebook
Equipe médica que atendeu Chico Brasileiro (PSD) suspeita que ele possa ser um caso de reinfecção Imagem: Reprodução/Facebook

Do UOL, em São Paulo

16/01/2021 19h31Atualizada em 16/01/2021 19h54

Prefeito de Foz do Iguaçu (PR), Chico Brasileiro (PSD) anunciou ter recebido diagnóstico positivo para coronavírus pela segunda vez. Segundo sua assessoria, ele apresenta dores de cabeça, na garganta e no corpo, mas seguirá trabalhando isolado em casa, como orientam as autoridades de saúde.

Chico teve covid-19 em julho do ano passado. A equipe médica que o atendeu avalia que existe a possibilidade de ser um caso de reinfecção, uma vez que houve um intervalo superior a três meses em relação ao primeiro diagnóstico positivo e o prefeito apresentou sintomas da doença novamente. Nesse meio-tempo, ele realizou outros exames que deram negativo.

O fato de Chico ter recebido um segundo diagnóstico positivo para covid-19 não significa, necessariamente, que ele seja um caso de reinfecção, uma vez que o primeiro resultado pode ter se tratado de um falso positivo. Seria preciso fazer um sequenciamento do genoma completo dos vírus de ambos os exames para confirmar a reinfecção.

Por ora, o Brasil tem cinco casos de reinfecção pelo coronavírus, três deles — Natal (RN), Fernandópolis (SP) e Rio Grande do Sul — pela cepa que já circulava no Brasil e outros dois — Amazonas e Bahia — por novas variantes, a amazônica e a sul-africana.

O primeiro foi o de uma médica de 37 anos que teve dois diagnósticos positivos para covid-19 em um intervalo de quase quatro meses. Já o segundo se tratou de uma paciente de 41 anos que foi infectada em junho, se curou e contraiu a doença novamente 145 dias depois.

O mais recente foi o caso da variante amazônica, identificado pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e depois confirmado pelo Ministério da Saúde. Trata-se de uma mulher de 29 anos que havia sido diagnosticada com covid-19 pela segunda vez no fim do ano passado, tendo recebido o primeiro resultado positivo em março.

Segundo o Ministério da Saúde, os casos confirmados foram investigados conforme os "critérios estabelecidos" para a confirmação da doença, que consideram dois resultados positivos de RT-PCR em tempo real para o vírus SARS-CoV-2, com intervalo igual ou superior a 90 dias entre os dois episódios de infecção.

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