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Anvisa decide que vacinas só poderão ser exportadas após autorização

Envase da CoronaVac no Instituto Butantan - Divulgação/Instituto Butantan
Envase da CoronaVac no Instituto Butantan Imagem: Divulgação/Instituto Butantan

Do UOL, em São Paulo

03/03/2021 20h40

A diretoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu hoje que vacinas contra a covid-19 e oxigênio só poderão ser exportados após sua autorização. A medida é temporária e é uma das ações da Anvisa no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus.

"A norma dispõe sobre a autorização prévia para fins de exportação de matéria-prima, produto semielaborado, produto a granel ou produto farmacêutico acabado destinados ao combate da covid-19", informou.

Segundo o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, é dever do órgão "antecipar-se e de não ser surpreendido, nem perante o inusitado".

Para a diretora Cristiane Jourdan, a Anvisa não pode oscilar por falta de firmeza. "O Brasil está atravessando um grave momento de pandemia, seja segunda, terceira onda, nova pandemia, o nome que for. Temos dados alarmantes da grave situação pela qual passamos e nessas situações não se pode oscilar por falta de firmeza. Sim, firmeza. É o que a população espera do regulador".

No mês passado, o Instituto Butantan, que produz a vacina CoronaVac no Brasil, cogitou a possibilidade de vender doses a outros países da América do Sul mesmo que a vacinação dos grupos prioritários não tenha sido concluída no Brasil ou no estado de São Paulo. Na época, o diretor do instituto, Dimas Covas, disse que tudo dependia de um posicionamento do Ministério da Saúde.

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