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Prefeito de Niterói atribui queda de ocupação em UTIs a medidas restritivas

Axel Grael atribui queda na ocupação de UTIs às medidas de restrição - Divulgação
Axel Grael atribui queda na ocupação de UTIs às medidas de restrição Imagem: Divulgação

Do UOL, em São Paulo

21/04/2021 17h47

O prefeito de Niterói, Axel Grael (PDT), anunciou hoje que as restrições de circulação impostas na cidade ao longo do período emergencial contribuíram para a redução da taxa de ocupação de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) em hospitais particulares.

Segundo Axel Grael, antes da adoção de medidas mais rígidas de isolamento social, no dia 1º de abril, a taxa de ocupação estava em 92%. No dia 19 de abril, este número havia caído para 68%. No posto, ele referiu-se apenas a leitos particulares.

"O período emergencial de prevenção da covid-19 em Niterói foi fundamental para frear o avanço da doença. As medidas contribuíram para a redução da ocupação de leitos privados em nossa cidade", explicou o prefeito nas redes.

Procurada pelo UOL, a Secretaria Municipal de Saúde informou que, se for computado os leitos públicos, a taxa de ocupação atual é de 68,4%. No total, 77,3% das UTIs estão ocupadas e 59,9% dos leitos clínicos. A reportagem questionou a secretaria quanto a taxa de ocupação anteriores ao isolamento deste mês e aos valores separados de hospitais particulares e públicos e aguarda retorno.

"Uma das preocupações era que ocorresse o colapso do sistema de saúde privado em Niterói, que chegou a 92% de ocupação de leitos de UTI para covid-19 no início de abril. Já no dia 19/04, a ocupação caiu para 68%. A defesa da vida é nossa prioridade", escreveu o prefeito.

A partir da última segunda-feira (19), a prefeitura autorizou a reabertura de forma escalonada das atividades econômicas em Niterói. Comércio de rua, shopping centers, academias, bancas de jornais e salões de beleza já estão funcionando.

Além disso, também teve início nesta segunda a retomada das aulas presenciais para as turmas de 1º, 2º e 3º ano do ensino fundamental.

Errata: o texto foi atualizado
Diferentemente do publicado na primeira versão, o prefeito de Niterói não errou o número. Ele citou apenas a ocupação em leitos privados. A informação foi corrigida.

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