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Prefeito de Foz do Iguaçu pede mais vacinas e barreiras nas fronteiras

Além das vacinas, o prefeito expressou preocupação com a entrada de novas variantes pelas fronteiras - Fernando Zhiminaicela/ Pixabay
Além das vacinas, o prefeito expressou preocupação com a entrada de novas variantes pelas fronteiras Imagem: Fernando Zhiminaicela/ Pixabay

Colaboração para o UOL

15/06/2021 08h30Atualizada em 15/06/2021 09h47

Chico Brasileiro (PSD), prefeito de Foz do Iguaçu (PR) e vice-presidente da FNP (Frente Nacional de Prefeitos), pediu ontem ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, vacinação em massa contra a covid-19 e a instalação de barreiras sanitárias nos municípios que fazem fronteira com outros países.

Na FNP, Brasileiro representa as localidades transfronteiriças. Foz do Iguaçu faz divisa com a Argentina e o Paraguai e a maior preocupação do prefeito é que novas variantes entrem no Brasil por essas fronteiras.

A fronteira com a Argentina, por exemplo, está fechada desde março de 2020. No entanto, Brasileiro afirma que centenas de caminhões cruzam a barreira e entram em solo nacional todos os dias, passando por Foz do Iguaçu.

Já em relação ao Paraguai, o prefeito disse que 40 mil pessoas seguem cruzando a Ponte da Amizade diariamente e "não tem nenhum controle de quem entra e sai do Brasil".

Segundo nota divulgada pela Prefeitura de Foz do Iguaçu, o ministro da Saúde disse que levará o pedido sobre a entrega de mais vacinas ao comitê do PNI (Plano Nacional de Imunização). Na questão das fronteiras, Queiroga ficou de encaminhar as preocupações para a Casa Civil, o ministério da Justiça e o da Infraestrutura, que também são responsáveis pelo assunto.

Apesar das ampliações de hospitais para atender os pacientes com covid-19, Brasileiro disse que os leitos de Foz do Iguaçu atualmente estão 100% ocupados. "Já aumentamos em 700% nossa capacidade de criação de leitos. Não tem mais profissionais, não tem para onde expandir leitos", falou.

A situação do coronavírus no Paraná é considerada em estabilidade. Ontem, pelo quarto dia seguido, o Brasil teve uma média móvel acima de 1.900 de mortes causadas pela doença.

Nas 24 horas de ontem, o índice ficou em 1.970 e o país teve 928 novos óbitos em decorrência do coronavírus. O total de mortes está em 488.404. Os dados são obtidos pelo consórcio de veículos de imprensa, do qual o UOL faz parte, junto às secretarias estaduais de saúde.

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