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Covid-19: SP registra menos de mil pacientes na UTI pela 1ª vez na pandemia

Atendimento médico na UTI de atendimento à pacientes com covid-19, no Hospital Geral de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo - MISTER SHADOW/ASI/ESTADÃO CONTEÚDO
Atendimento médico na UTI de atendimento à pacientes com covid-19, no Hospital Geral de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo
Imagem: MISTER SHADOW/ASI/ESTADÃO CONTEÚDO

Do UOL, em São Paulo

04/12/2021 18h41Atualizada em 04/12/2021 22h09

O estado de São Paulo registrou menos de mil doentes com covid-19 internados nos leitos de UTI (unidade de terapia intensiva) pela primeira vez desde o começo da pandemia. O dado foi divulgado neste sábado (4) pelo governo.

De acordo com os números oficiais, 982 pacientes com covid-19 se encontram internados nas UTIs do estado. Além deles, há outros 1.168 doentes nas enfermarias, totalizando 2.150 pessoas com a doença hospitalizadas em todo o estado.

"A taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado é de 21,5% e na Grande São Paulo de 26,6%", informa a nota.

No momento mais grave da pandemia, São Paulo chegou a registrar quase 31 mil pessoas internadas. No dia 2 de abril deste ano, 13.119 pessoas estavam em unidades de terapia intensiva devido à covid-19. No mesmo dia, 17.841 estavam em enfermarias, totalizando 30.960 pessoas hospitalizadas pela doença.

O governo do estado atribui a melhora dos números à vacinação. Dados do consórcio de veículos de imprensa indicam que 34.351.915 de moradores de São Paulo já tomaram a 2ª dose da vacina contra a covid-19, o equivalente a 76,86% da população total do estado.

No total acumulado, o estado de São Paulo registrou 4.443.589 casos de covid-19 e 459 mil internações e 154.348 óbitos causados pela doença.

Mesmo com avanço, ômicron preocupa

Apesar do avanço na situação da pandemia no estado, o governador João Doria (PSDB) voltou atrás na decisão de desobrigar o uso de máscaras em locais abertos.

No dia 24 de novembro ele havia anunciado que os equipamentos de proteção não seriam mais necessários nas ruas e parques a partir do dia 11 de dezembro. No entanto, dois dias atrás Doria afirmou que o uso continuará sendo obrigatório em todos os locais públicos devido à variante ômicron.

O governador também defendeu o cancelamento das festas de Réveillon em todo o estado pelo mesmo motivo. "Vamos no caminho da cautela e do zelo para proteger vidas", argumentou.

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