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Covid: 167,5 milhões de brasileiros completam vacinação, 77,9% da população

Mais de 167,5 milhões de brasileiros completaram a vacinação contra a covid-19 - Evandro Leal/Enquadrar/Estadão Conteúdo
Mais de 167,5 milhões de brasileiros completaram a vacinação contra a covid-19 Imagem: Evandro Leal/Enquadrar/Estadão Conteúdo

Colaboração para o UOL, em São Paulo

29/06/2022 20h03

Hoje (29), o Brasil alcançou a marca de 167,5 milhões de habitantes com vacinação completa contra a covid-19. Ao todo, 167.500.600 brasileiros foram imunizados com as duas doses ou com a dose única, o que representa 77,97% da população nacional. O levantamento é do consórcio de veículos de imprensa do qual o UOL faz parte, com base nas informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Desde as 20h de ontem, 45.598 pessoas concluíram o esquema vacinal no país — 43.026 receberam a segunda dose e outras 2.572, a dose única. Nesse período, também houve a aplicação de 14.942 primeiras doses do imunizante.

Até o momento, 179.064.166 brasileiros foram vacinados com a primeira dose, o equivalente a 83,35% da população do país. Já são 94.809.712 pessoas imunizadas com a terceira e 14.133.196 com a quarta.

Quanto à vacinação infantil, 12.949.150 crianças entre 5 e 11 anos tomaram a dose inicial, o equivalente a 63,17% da população desta faixa etária; 7.873.990 finalizaram o ciclo vacinal (38,41%).

Nas últimas 24 horas, 21 estados atualizaram seus dados de vacinação.

O estado de São Paulo continua com a maior porcentagem de sua população com vacinação completa: 87,1% dos habitantes locais. Na sequência, aparecem o Piauí (87,08%), o Ceará (83,57%), o Paraná (81,51%) e o Rio Grande do Sul (80,3%).

O Piauí também permanece na liderança, em termos percentuais, em relação à aplicação da primeira dose: 93,41% de sua população. São Paulo (90,02%), Ceará (87,22%), Paraná (86,03%) e Pernambuco (84,99%) vêm a seguir.

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, g1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

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