PUBLICIDADE
Topo

Saúde

Conteúdo publicado há
1 mês

Covid: 167,5 milhões de brasileiros completam vacinação, 78% da população

Mais de 167,5 milhões de brasileiros completaram a vacinação contra a covid-19 - Marcelo Justo/UOL
Mais de 167,5 milhões de brasileiros completaram a vacinação contra a covid-19 Imagem: Marcelo Justo/UOL

Colaboração para o UOL, em São Paulo

01/07/2022 20h02Atualizada em 01/07/2022 20h35

O Brasil tem 167,5 milhões de habitantes com a vacinação completa contra a covid-19. Até o momento, 167.564.527 brasileiros foram imunizados com a segunda dose ou com a dose única, o correspondente a 78% da população do país. O levantamento é do consórcio de veículos de imprensa do qual o UOL faz parte, baseado nas informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde.

Entre ontem e hoje, 35.063 pessoas concluíram o esquema vacinal no país — 34.733 tomaram a segunda dose e outras 330, a dose única. Ainda houve a aplicação de 22.319 primeiras doses e 438.670 doses de reforço, totalizando 496.052 vacinas ministradas neste período.

Ao todo, 179.109.568 brasileiros receberam a primeira dose, o equivalente a 83,37% da população nacional. Também foram vacinados 95.106.751 habitantes com a terceira dose e 14.698.982 com a quarta dose.

Quanto à vacinação infantil, 12.968.698 crianças entre 5 e 11 anos tomaram a dose inicial, o que representa 63,26% da população desta faixa etária; 7.906.381 finalizaram o ciclo vacinal (38,57%).

Nas últimas 24 horas, 18 estados atualizaram seus dados de vacinação.

O estado de São Paulo continua com a maior porcentagem de sua população com vacinação completa: 87,15% de seus habitantes. A seguir, estão o Piauí (87,1%), o Ceará (83,36%), o Paraná (81,55%) e o Rio Grande do Sul (80,3%).

Em termos percentuais, o Piauí se mantém na liderança com relação à aplicação da primeira dose: 93,42% da população local. São Paulo (90,04%), o Ceará (87,23%), o Paraná (86,05%) e Pernambuco (85,04%) aparecem na sequência.

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, g1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

Saúde