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Covid: 169,2 milhões de brasileiros completam vacinação, 78,7% da população

Mais de 169,2 milhões de brasileiros completaram a vacinação contra a covid-19 - Denny Cesare/Código19/Estadão Conteúdo
Mais de 169,2 milhões de brasileiros completaram a vacinação contra a covid-19 Imagem: Denny Cesare/Código19/Estadão Conteúdo

Colaboração para o UOL, em São Paulo

04/08/2022 20h04Atualizada em 04/08/2022 20h34

Hoje (4), o Brasil atingiu a marca de 169,2 milhões de habitantes que completaram a vacinação contra a covid-19.

Ao todo, 169.202.125 brasileiros se imunizaram com a segunda dose ou com a dose única, o correspondente a 78,76% da população nacional.

Os dados foram compilados pelo consórcio de veículos de imprensa integrado pelo UOL, a partir das informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Desde as 20h de ontem, 36.231 brasileiros finalizaram o esquema vacinal —destes, 35.047 tomaram a segunda dose e outros 1.184, a única. Neste período, 20.302 pessoas se vacinaram com a primeira e 438.908 com as de reforço, com um total de 495.441 doses ministradas.

Até aqui, 179.979.670 habitantes receberam a primeira dose, o equivalente a 83,78% da população do país. Ainda houve a aplicação de 101.382.399 terceiras e de 22.872.771 quartas até o momento.

Com relação à vacinação infantil, 13.482.842 crianças entre 3 e 11 anos foram imunizadas com a dose inicial, o que representa 51,02% da população desta faixa etária; 8.644.048 concluíram o ciclo vacinal (32,71%).

Nas últimas 24 horas, 23 estados atualizaram seus dados de vacinação.

Entre as unidades da federação, o estado de São Paulo permanece com a maior parcela de sua população com vacinação completa: 87,7% dos habitantes locais. Piauí (87,58%), Ceará (84,29%), Paraná (81,98%) e Rio Grande do Sul (80,75%) estão na sequência.

Em termos percentuais, o Piauí lidera quanto à aplicação da primeira dose: 93,76% de sua população. A seguir, vêm São Paulo (90,32%), Ceará (87,91%), Pernambuco (86,18%) e Paraná (86,11%).

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, g1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

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