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18/05/2005 10h00

Florais e aromaterapia são as tendências apontadas no 1º Fórum de Medicina Complementar

Letícia de Castro
Colaboradora de UOL Corpo e Saúde

Divulgação

Velas, óleos essenciais e outros aparatos da aromaterapia
 
No embalo da popularização da homeopatia e acupuntura, novas formas de medicina complementar e alternativa começaram a aparecer.

Apiterapia, reflexologia e musicoterapia são algumas das disciplinas cadastradas na Associação Brasileira de Medicina Complementar, que ainda não foram regulamentadas e se encontram em fase de pesquisa, mas já são praticadas.

Para quem não está familiarizado com as técnicas, a apiterapita é o uso controlado de produtos de abelhas, como mel, pólen e até o veneno, com o objetivo de promover o equilíbrio do organismo. A reflexologia trata de distúrbios físicos ou emocionais pelo estímulo de plexos nervosos e a musicoterapia utiliza a música para facilitar a comunicação e aprendizagem.

Fundada em 2000, a Associação Brasileira de Medicina Complementar tem como objetivo estimular a realização de pesquisas científicas sobre o assunto, visando a regulamentação ou normatização de terapias complementares nos conselhos de medicina.

No início do mês, entre 6 e 8 de maio, a entidade promoveu o 1° Fórum Internacional de Medicina e Terapias Complementares, em São Paulo, que apresentou estudos sobre câncer, mal de Alzheimer, aromaterapia, florais, entre outros.

Para o presidente da Associação, o médico Paulo Farber, as principais tendências apresentadas no evento são a aromaterapia, que já conta com muitos trabalhos científicos publicados, e terapia floral, cujas primeiras comprovações científicas começam a ser publicadas. Entre as novidades ainda polêmicas estão os métodos de Self-Healing (combinação de práticas de massagem terapêutica, respiração e outros exercícios com o objetivo de reabilitar a visão ou proporcionar melhora em doenças degenerativas) e a iridologia (o diagnóstico de doenças através da observação da íris).

Paulo também chama a atenção para o surgimento de novas profissões que envolvem as práticas de medicina alternativa. "Hoje existe o naturólogo, que surgiu para agir em conjunto com o médico e cujo estudo é todo focado em medicina natural e complementar. É um novo membro da equipe multidisciplinar de saúde, assim como há o enfermeiro, o psicólogo", conta Farber.

A nova carreira conta com cursos superiores nas universidades Anhembi Morumbi, em São Paulo, Federal da Bahia, em Salvador, e Sul de Santa Catarina. O curso de graduação dura quatro anos e aborda terapias antroposóficas, orientais, ayurvédicas e vibracionais.





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