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19/08/2008 - 19h24

O Editor ouve o novo disco de Carla Bruni... ai, ai....

Editor do UOL Tablóide
da Redação

Depois da inglória tarefa de ouvir um disco de Charles Manson, o Editor do UOL Tablóide foi compensado com uma pauta muito mais divertida. Infinitamente. Ouvir um disco da Carla Bruni, cantora, modelo, mulher deslumbrante e atual primeira-dama francesa (não vamos entrar no mérito de ela ter casado com o Sarkozy, ok?).

  • Brainpix

    Não precisava nem cantar bem

Com essas credenciais, o Editor admite que ficou difícil fazer uma avaliação isenta do novo disco da moça, intitulado "Comme si de rien n'était", como se nada fosse. Mas, e daí? É a Carla Bruni, e a vida costuma ser injusta a favor dela... Ai, ai...

Musicalmente falando, o disco tem 14 faixas. Quase todas são calcadas no pop francês. Uma coisa meio na linha do Serge Gainsbourg, autor do clássico cafona "Je t'aime (Moi non plus)", com sua mulher, a atriz e modelo Jane Birkin. Parece música de cabaré, mas de cabaré chique, que fique bem entendido, por favor (desses que o Editor gostaria de ter grana para freqüentar).

Em 12 delas, você vai ouvir Carla Bruni sussurrando palavras românticas em francês (o Editor nem quis ouvir as outras duas, uma em italiano e outra em inglês). Se você ouvir com um fone de ouvido, então, melhor ainda. Vai parecer que ela está sussurrando no seu ouvido... e nem precisa entender o que ela fala... Ai, ai..., nessas horas (e só nessas horas, até dá pra aceitar ter a cara do Sarkozy...)

O melhor de tudo é que, além de ser estonteante, chique e milionária, Carla Bruni ainda faz músicas boas. Poucas, mas faz. A primeira é "Tu es ma came" (Você é minha droga), um blues em que ela compara o amor a uma droga. Reza a lenda que ela compôs a música para o marido, o primeiro-ministro, digo, presidente da França, Nicolas Sarkozy.

Bad trip? Como o Editor não quer morrer de desgosto, ele vai negar isso até a morte... Carla Bruni... ai, ai...

A outra música se chama "Le Temps Perdu" (Tempo Perdido), e parece um jazz dos anos 40, pós Segunda Guerra Mundial. Jazz francês, claro, que poderia muito bem ser cantado por Edith Piaf. Mas como é a encantadora, doce e sensual Carla Bruni sussurrando, então fica melhor ainda. Carla Bruni... ai, ai...

As outras músicas são agradáveis - afinal, não tem como ouvir a Carla Bruni cantar sussurrando e achar isso desagradável. E está muito bem assim. Aliás, melhor mesmo só vendo a Carla Bruni fazendo show para divulgar o novo disco. De preferência, sem mais ninguém por perto, muito menos o presidente da França.

Vai sonhando, Editor... ai, ai...

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