Corpo de Cássia Eller pode ser exumado

Da Redação
Em São Paulo

A diretora do IML do Rio, Silvia Falcão, afastou nesta sexta-feira a hipótese de que a cantora Cássia Eller tenha sido vítima de uma overdose de drogas. O resultado do laudo causou dúvidas da polícia, que estuda a possibilidade de pedir a exumação do corpo da cantora para novos exames toxicológicos.

"Eu tenho certeza que ela não usou droga ilícita", disse Falcão, referindo-se ao laudo toxicológico da cantora, divulgado na quinta-feira, que não achou álcool ou drogas nas vísceras, urina e sangue da artista.

O laudo cadavérico oficial e completo será concluído e divulgado só na terça-feira. Ainda faltam alguns exames, e o IML aguarda informações sobre o atendimento que a cantora recebeu na clínica Santa Maria antes de morrer, no fim do ano passado.

O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro abriu uma sindicância para apurar se houve erro médico no atendimento de Cássia.

O presidente do conselho, Mario Noronha, pediu cópias do inquérito policial e da necropsia de Cássia Eller. Ele afirma, no entanto, que o laudo contradiz os depoimentos das amigas da cantora e de outras pessoas que tiveram contato com ela pouco antes de ser internada na clínica.

"Ela estava agitada, machucada, amigas disseram inclusive que ela tinha bebido e cheirado. Ela tinha algo de errado. Há uma contradição no laudo", disse Noronha. O diretor alertou, no entanto, que é precipitado julgar os médicos que atenderam Cássia Eller. "Não podemos nos precipitar, estamos na fase de investigação".

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