James Brown é julgado por assédio sexual

Da Redação
Em São Paulo

Acusado de ter demitido uma funcionária depois que ela rejeitou suas propostas sexuais, o cantor James Brown, 68, foi a julgamento num tribunal de Los Angeles, na terça-feira. O "padrinho do soul" se manteve calado durante a audiência, mas qualificou como "maluco" o processo em que a queixosa pede indenização de US$ 2 milhões.

O primeiro dia do julgamento foi usado pelos advogados de ambas as partes para interrogar os potenciais integrantes do júri, que vão ouvir as acusações de assédio sexual e demissão sem justa causa formuladas contra o lendário artista.

Antes disso, James Brown divulgou um comunicado qualificando as acusações como ultrajantes e sem fundamento e prometendo depor em sua própria defesa.

O veterano artista, conhecido por sucessos como "Papa's Got a Brand New Bag" e "I Feel Good", descreveu-se como vítima de um processo que visa apenas a tirar o seu dinheiro.

A suposta vítima, Lisa Agbalaya, 36, trabalhou por vários anos no escritório na costa oeste da The New James Brown Enterprises. Ela afirma que o cantor repetidas vezes exigiu que ela e outras funcionárias transassem com ele e que ele a sujeitou a "um padrão contínuo de discriminação e assédio".

O cantor já teve diversos problemas com a lei, ao longo dos anos. Em 1998, depois de admitir posse de armas de fogo, ele recebeu uma sentença de dois anos de prisão, com sursis, e foi submetido a um programa de tratamento contra dependência de drogas. Na década de 1980, cumpriu pena por agressão física e outros delitos.

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