Técnico é suspeito de magia negra na Copa da África

Da Redação
Em São Paulo

Uma suspeita de magia negra, não confirmada pela organização da Copa das Nações Africanas ou pelos policiais presentes no estádio 26 de Março, em Bamako, Mali, provocou literalmente a expulsão de campo do técnico de Camarões, o alemão Winfried Schafer, e de seu auxiliar-técnico, Thomas Nkono, a menos de uma hora e meia do início da partida entre Mali e Camarões pelas semifinais da competição.

O técnico e Nkono estavam inspecionando o campo quando, subitamente, foram rodeados por dezenas de policiais, que começaram a empurrar o auxiliar-técnico, antigo goleiro camaronês nas Copas de 90 e 94.

Quando Schafer tentou conter os policias, chegou um outro, que ajudou a tirar os dois de campo, primeiro os arrastando para a pista de atletismo, para depois os jogar pelas escadas que dão acesso aos vestiários. Schafer, indignado, gritava aos jornalistas e fotógrafos presentes que registrassem o momento da agresssão.

Após o incidente, um mebro da polícia voltou ao campo e recolheu, sob aplausos da torcida, um objeto que estava no mesmo local onde os membros da comissão técnica Camarões haviam estado.

Jornalistas locais disseram que o objeto era um amuleto de magia negra que iria servir para ajudar na vitória de Camarões. Mas ninguém confirmou a informação.

Ao final da confusão, Nkono pôde voltar a campo para dirigir Camarões, mas o retorno de Schafer ainda não havia sido permitido.

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