Bordéis espanhóis querem importar prostitutas

Da Redação
Em São Paulo

A Associação Nacional de Empresários de Alterne (Anela) pediu ao ministério espanhol do Trabalho que autorize uma cota de 277 vistos de trabalho para prostitutas estrangeiras, para "cobrir as necessidades do setor" nas seis regiões do país.

"O pedido, feito oficialmente ao ministério, foi encaminhado para garantir a transparência de uma vez por todas no setor da prostituição e para evitar que seja dominado pelas máfias da imigração clandestina", disse o presidente da Anela, Pablo Mayo.

O sindicato dos empresários de casas de prostituição propôs que a cota de 277 prostitutas faça parte, dentro do capítulo "hotelaria", do número de autorizações que o governo concede anualmente a estrangeiros de fora da União Européia (UE) para satisfazer as necessidades da economia nacional.

A Anela, que reúne 115 estabelecimentos na Espanha, calculou o número de 277 prostitutas em função da demanda apresentada por seus filiados em seis regiões: Andaluzia (90), Catalunha (74), Valença (60), Castilha e León (40), Castilha-La Mancha (10) e Galícia (3).

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