Mãe assassina do Texas foi avisada de sua doença

Da Redação
Em São Paulo

Andrea Yates, a mãe do Texas que matou seus cinco filhos, foi avisada para não ter mais bebês depois da depressão severa que teve na época do nascimento de sua quarta criança, mas ela e o marido insistiram que queriam ter "quantos filhos a natureza permitisse", testemunhou uma psiquiatra na quarta-feira durante o julgamento de Yates.

Eileen Starbranch disse que avisou Yates em janeiro de 2000 que o nascimento de outra criança poderia produzir psicoses em Andrea, mas nove meses depois nasceu Mary e, como previsto, ela caiu em uma depressão profunda.

Em 20 de junho de 2001, imaginando que o demônio estava atormentando as crianças, Yates afogou Noah, de 7 anos, John, de 5, Paul, de 3, Luke, de 2 anos e Mary, de apenas 6 meses. Ela matou um por um na banheira de sua casa e depois chamou a polícia.

"Como eu disse, não houve reação ao meu aviso", disse Starbranch ao juri.

"O marido Rusty e Andrea queriam ter quantas crianças a natureza permitisse", ela afirmou.

Starbranch, psiquiatra desde 1975, descreveu Yates como um dos "cinco pacientes mais doentes e mais difíceis de sair de uma psicose que eu já tratei". Yates era tanto psicótica quanto problemática, pois não seguia as ordens dos médicos, disse.

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