'Anjo da Morte' americano se diz culpado para evitar pena de morte

Da Redação
Em São Paulo

O ex-técnico de um hospital norte-americano que se autodenominava "Anjo da Morte" confessou esta terça-feira ter assassinado seis pacientes anciãos, embora os procuradores afirmem que talvez nunca se saiba o número exato de vítimas.

O terapeuta respiratório Efren Saldivar admitiu as acusações de seis assassinatos em primeiro grau, e de tentativa de assassinato de um sétimo paciente em 1996 e 1997 no Centro Médico Adventista Glendale em Los Angeles. Também declarou-se culpado de duas alegações sob circunstâncias especiais por assassinato múltiplo e assassinato por envenenamento.

O reconhecimento da responsabilidade por parte Saldivar, 32, surpreendeu. Foi parte de um acordo que o salvará da pena de morte.

O juiz da Corte Superior de Los Angeles Lance Ito sentenciará a Saldivar a seis prisões perpétuas consecutivas e a uma prisão perpétua por tentativa de assassinato em 17 de abril.

Os procuradores garantiram que Saldivar injetou em seus pacientes a droga Pavulon, utilizada para executar os condenados nos EUA.

Saldivar foi preso em junho de 1998 após confessar ter matado "quarenta e poucos" pacientes com injeções letais para evitar que eles sofressem, mas logo retratou-se de sua confissão.

Saldivar foi novamente detido em janeiro do ano passado, depois de quatro anos de investigações.

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