Cresce número de gays que abandonam Forças Armadas nos EUA

Da Redação
Em São Paulo

Cerca de 1.250 homossexuais tiveram de abandonar as Forças Armadas dos Estados Unidos em 2001, segundo o informe de uma associação de ajuda que denuncia uma crescente perseguição contra os gays.

A rede de defesa jurídica dos militares (SDLN), dizendo se valer de estatísticas do Pentágono, afirma que o número de renunciantes (30% de mulheres) está aumentando (1.241 em 1999 e 617 em 1994) sobretudo por causa das humilhações a que são submetidas essas pessoas (1.076 incidentes deste gênero no ano passado, contra 871 em 2000).

Os gays e lésbicas são tolerados no Exército americano desde 1993, mas sob a condição de esconder a opção sexual, porque se a revelarem devem renunciar. Esta lei é conhecida popularmente como "Não pergunte, não responda".

O informe exige o fim da proibição da entrada de gays nas Forças Armadas, para que os "Estados Unidos se unam aos outros países ocidentais que abandonaram esta prática discriminatória".

O Pentágono criticou o relatório, considerando-o "não científico" e afirmando que não prova o aumento de incidentes.

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