Mãe fumante é proibida de visitar filho nos EUA

Da Redação
Em São Paulo

Uma mãe divorciada foi privada pela Justiça norte-americana do direito de visitar seu filho, de 13 anos, por causa do seu hábito de fumar.

Johnita DeMatteo, que reconheceu fumar um pacote de cigarros por dia, assegurou nesta quarta-feira à rede de TV ABC que jamais fumava perto de seu filho.

Mas um juiz do Estado de Nova York ordenou que o menino não podia ver a mãe em qualquer lugar onde ela havia fumado. Determinou também que a mãe - assim como o pai - deverão ir com ele "o quanto for possível a lugares onde seja proibido fumar", declarou o advogado do menino, William Kosloski.

Nicholas goza de perfeita saúde, mas teria se queixado ao juir do cheiro de cigarro que reina permanentemente no domicílio e no automóvel de sua mãe, segundo o advogado.

A advogada da mãe, Joan Shkane, estimou que a sentença transcende o caso de Nicholas, convertendo-se em uma "intromissão na vida pessoal das pessoas". "Se fosse apenas um caso de parar de fumar, ela pararia agora mesmo, mas o problema é mais amplo".

Para o advogado de Nicholas, com o veredito se procura garantir a "segurança e a saúde das crianças", quando se diagnosticam 3.000 casos de câncer anuais por tabagismo secundário nos Estados Unidos.

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