Cientistas não se importam que ele não existiu e condecoram Sherlock Holmes

Da Redação
Em São Paulo

Sherlock Holmes tornou-se o primeiro personagem de ficção a ser honrado com uma condecoração universitária por sua utilização da química para resolver as mais misteriosas (ele diria "elementares") intrigas policiais.

E, sabendo-se que tal figura não existiu, como realizar a condecoração? Um membro da prestigiosa Sociedade Real de Química da Grã-Bretanha colocou a condecoração na estátua (na estátua!) em homenagem ao detetive inglês, durante uma cerimônina realizada na entrada da estação de metrô de Baker Street, no centro de Londres, onde teria vivido o herói imaginado por Sir Arthur Conan Doyle (1859-1930).

A condecoração foi entregue por ninguém menos que John Watson - não o parceiro do detetive, é claro, mas um xará dele que é membro da Real Sociedade de Química e, ainda por cima, admirador incondicional da obra de Conan Doyle.

"É claro, Sherlock Holmes jamais existiu, apesar do desejo de milhões de pessoas que acompanharam suas aventuras nos livros e nos filmes", declarou o diretor executivo da Real Sociedade de Química, o professor David Giachardi. "Mas, apesar disso, tanto hoje como nas décadas passadas, os valores transmitidos pela lenda de Sherlock Holmes são profundos e foram benéficos para a sociedade, do ponto de vista moral."

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