Ex-líder pacifista é condenado à prisão perpétua 25 anos após assassinar a namorada

Da Redação
Em São Paulo

Parece um filme (do Tarantino) em quatro atos.

Começa em 1977, quando o hippie e ex-líder pacifista norte-americano Ira Einhorn demonstrou que tinha lá o seu lado de guerra. Ele foi acusado de assassinar sua namorada, Holly Maddux, e de guardar o corpo dela em casa. Logo ele, um notório pacifista: foi um dos líderes do movimento contra a guerra do Vietnã nos Estados Unidos.

Agora vamos para 1979. Einhorn, que já estava preso, consegue liberdade condicional. Malandro, descola um jeito de fugir para a França.

Ato três: após 12 anos em território francês, o hippie (que, convenhamos, de paz e amor não tem nada) é extraditado para os Estados Unidos.

Para finalizar, o julgamento de Einhorn, que aconteceu nesta semana. Os jurados debateram por duas horas e decidiram não acreditar na história contada por ele - de que sua namorada teria sido assassinada enquanto ele estava fora de casa e depois trancada no cofre.

"Vocês não sabem como foi difícil encontrar este homem, conseguir trazê-lo da França para cá, julgar de novo e condená-lo 25 anos depois dos fatos", declarou à imprensa o promotor federal Joel Rosen.

Fonte: AFP

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