Família faz confusão e "morto" vai ao seu velório

Da Redação
Em São Paulo

É uma história confusa e um tanto estouvada, e coitados dos envolvidos. Mas vale a pena ser contada.

O palco é Cruzeiro, cidade a 221 km de São Paulo. Moradores da pequena cidade avisaram o aposentado João Bosco Valério de que seu irmão, o catador de papel Onofre Moreira, 64, havia morrido atropelado na linha de trem.

Valério foi ao IML (Instituto Médico Legal) e reconheceu o corpo do irmão. O corpo começou a ser velado ao meio-dia daquela sexta-feira, e a cerimônia seguiu até as 7h de sábado.

A confusão começou três horas antes do enterro. Duas sobrinhas do "morto" ligaram para a mãe delas e contaram que viram o tio Onofre sentado em um banco da praça central.

As moças decidiram, então, levar o tio ao próprio velório. Imagine a emoção da família quando o "morto", seu Onofre, adentrou a capela. Parentes se emocionaram, mesmo sem estarem entendendo nada.

O velório foi fechado, e chamaram a polícia. Descobriu-se que o morto era outra pessoa, o aposentado Eduardo de Paula. Seu Onofre vai bem, obrigado.

Bizarrice em dobro
O mais estranho nessa história é que essa não é a primeira história desse tipo na região nesse mês.

No início de junho, patroa e empregada sofreram um acidente na via Dutra. Depois de nove dias em coma, a patroa -Valquíria Silva - descobriu que a empregada - Vanda Campos - havia sido enterrada no seu lugar.

Fonte: Folha Online

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