Carteiro processa britânico por enviar cartas demais

Da Redação
Em São Paulo

Você já viu um jornal processar seus leitores por lerem demais? Ou uma fábrica de cerveja entrar na Justiça contra alguém alegando que essa pessoa bebe muito? E um carteiro processando alguém por enviar cartas em excesso? Pois um carteiro britânico, Alan Pugh, teve a pachorra de entrar na Justiça contra um professor universitário, acusando-o de "enviar cartas demais".

Divulgação
Assim como o antológico profissional dos correios dessa foto, parece que Alan Pugh quis "evitar a fadiga"

Para o carteiro, o professor George Chryssides foi o culpado por uma distensão muscular que o obrigou a faltar uma semana de trabalho e perder cerca de R$ 1,4 mil em vencimentos. Tudo isso porque o mestre afeito a correspondências teria jogado 270 cartas em uma só caixa postal no centro de Wolverhampton, sua cidade.

Pugh não quis comentar o caso. Já Chryssides se diz inocente e alega o óbvio: "Já vi caixas postais cheias antes, e sempre achei que os carteiros soubessem lidar com isso".

Segundo Chryssides, os envelopes que ele despachou continham relatórios curtos, endereçados a integrantes da Sociedade Britânica para o Estudo das Religiões, e não somavam 270 envelopes.

O editor UOL Tablóide, irremediavelmente nostálgico, lembrou-se com esse caso de Jaiminho, o inesquecível carteiro que queria evitar a fadiga em uma das mais famosas vilas da América Latina.

As informações são da BBC

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