Cão é convocado para depor sobre homicídio; sim, ele se chama Murphy

Da Redação

Há várias maneiras de definir a famigerada Lei de Murphy. Talvez a mais sintética seja: se existe alguma possibilidade de alguma coisa dar errado, ela dará errado.

(Existem maneiras mais poéticas como "o pão sempre cai com a manteiga virada para baixo", "gravata de pobre e molho de amora, uma atração irresistível" ou "a fila do lado é sempre mais rápida que a sua, até você mudar de fila".)

Feita a introdução, vamos ao fato. Um norte-americano é acusado de assassinar o amante da ex-mulher. A promotoria que trabalha no caso fez uma lista com nomes de pessoas com quem o réu teria entrado em contato enquanto esperava por seu julgamento na prisão. E entre eles estava Murphy, seu dócil cão.

O resultado é que o irmão do réu compareceu ao tribunal levando Murphy. O esperado depoimento, entretanto, não ocorreu - o depoente canino foi impedido de adentrar o recinto pelos guardas.

Uma das promotoras envolvidas na convocação pediu desculpas ao irmão do réu e afirmou que o animal era "muito amigável" e que provavelmente "seria uma testemunha bastante cooperativa".

No Brasil, como já noticiado neste UOL Tablóide, estuda-se a implantação do "Dia do Melhor Amigo do Homem - o Cachorro".

Como teria sido o depoimento do amigável Murphy? O Editor do UOL Tablóide imagina em seu blog.

Fonte: Folha Online

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