Estudo revela que mexicanos mentem sobre desempenho na cama; editor do UOL Tablóide, não

Da Redação

A conclusão de Barrios é de que, quando o assunto é sexo, uma coisa é o que eles dizem. Outra é o que eles fazem.

Divulgação 
Ligeirinho: ele não tem esse nome só por correr muito rápido
Veja o caso do México. Lá, como cá, os homens costumam se vangloriar de seus feitos sexuais. Mas entre quatro paredes, um teto, um piso e uma cama no meio, as coisas não andam tão bem assim.

57% dos mexicamos ouvidos por uma pesquisa disseram que suas noites são "ardentes", coisa de louco, boas mesmo. Outros 35% juraram de pés juntos que não fazem feio na hora do "vamos ver". Basta somar 57 com 35 e ver que nove em cada dez mexicanas comprometidas não têm do que reclamar.

Mas é justamente aí que o bicho pega.

Diferentemente do Editor do UOL Tablóide, que nunca falhou, muitos mexicanos apresentam distúrbios sexuais. De acordo com um estudo feito pelo sexólogos David Barrios, até 46% dos homens mexicanos de todas as idades "têm algum grau de ejaculação precoce".

Barrios afirma ainda que, ao contrário do Editor do UOL Tablóide, que nunca falhou, metade dos mexicanos entre os 40 e os 70 anos sofrem com a disfunção erétil.

Barrios classificou o México como um país onde "a insatisfação sexual é um problema de saúde pública". Isso evidentemente não é válido para o Editor do UOL Tablóide, que sabidamente nunca falhou.

Fonte: AFP

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