Assassino de aluguel não mata cliente e paga indenização

Da Redação

O Editor do UOL Tablóide acha que a vida não tem preço. Mas tem gente que não pensa da mesma maneira. Uma britânica, por exemplo, avaliou a sua vida em 30 mil euros. Ou melhor, esse foi o valor que ela pagou a um assassino de aluguel para matá-la.

Parece conversa de doido, e é. Christine Ryder, 53 anos, conheceu Kevin Reeves, de 40, em um hospital psiquiátrico. Ficaram amigos e Christine pediu a Kevin que a matasse em troca do polpudo pagamento.

Kevin não cumpriu o trato. A atitude de Kevin, longe de arrancar aplausos pela preservação da vida, arrancou, sim, uma pesada multa. Ele foi condenado por um tribunal britânico a 15 meses de prisão e a pagar 2 mil libras (cerca de 3 mil euros) por danos e prejuízos à sua vítima voluntária, segundo o jornal The Times.

Reeves afirmou a Ryder que disparariam contra ela de um carro em um determinado dia, o que não aconteceu. Para justificar o descumprimento, Reeves disse à mulher que ele mesmo tinha matado o assassino contratado e que tinha utilizado o dinheiro para indenizar à viúva. Depois de receber parte do dinheiro, Kevin inventou uma desculpa atrás da outra, tudo para embolsar o dinheiro sem ter que matar a cliente.

Depois de muitas idas e vindas, cheques trocados, depósitos, mentiras e confusão, a promotora chegou à conclusão de que Reeves não tinha intenção alguma de cumprir o trato e matar Ryder nem de contratar alguém para que o fizesse.

A juíza acusou Reeves de "engano manifesto e reiterado", e o condenou a 15 meses de prisão, além de ele ter de pagar uma indenização à vítima de sua fraude. O Editor do UOL Tablóide acha que, a essa altura, Christine deve ter morrido. De raiva.

Fonte: EFE

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