Elefanta solitária descobre que Mozart é música para seus ouvidos

Da Redação

No ano passado, Suma perdeu sua companheira Patna, amiga de dez longos anos de convivência diária. Suma nunca esqueceu de Patna -- nem poderia esquecer, afinal, os elefantes nunca esquecem. Suma era companheira de Patna no zoológico de Zagreb, na Croácia, na ala dos paquidermes.

A dor de Suma, que parecia insuperável, só foi amenizada com doses cavalares (ou "elefantares"?) de música clássica. Os diretore do zôo perceberam que sinfonias e sonatas de Mozart e companhia fizeram maravilhas na vida da solitária Suma.

"Organizamos um concerto diante da área onde Suma se encontrava. No início ela estava nervosa e, inclusive, jogava pedras na direção dos participantes. Mas, com os primeiros compassos da música de Mozart, ela se acalmou, fechou os olhos e ouviu atentamente", contou o diretor.

"Foi fascinante. Compreendemos na mesma hora a reação", disse ainda, acrescentando que ordenou a instalação de um sistema de som na "casinha" de Suma.

A elefanta, que mal comia desde o falecimento de Patna, em maio passado, e estava muito deprimida, recobrou o apetite e passou a apreciar o som de Mozart, Vivaldi, Bach e Schubert.

O Editor do UOL Tablóide não entende nada de música clássica nem de paquidermes, mas deseja que Suma recupere a alegria de viver e deixe essa tromba de lado.

Fonte: AFP

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