Múmia com maconha intriga especialistas chineses

Da Redação

Muitos mistérios intrigam a humanidade. Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? Por que enterrar uma múmia com folhas de maconha?

Esta última questão, em particular, tem dado trabalho a um grupo de especialistas chinenes. Eles têm trabalhado dia e noite na dissecação de uma múmia de 2.800 anos que foi enterrada junto com folhas de maconha para tentar resolver o que se tornou o grande mistério arqueológico nacional, já que essa substância não era usada pelas antigas civilizações chinesas.

O corpo embalsamado do que se acredita ter sido um xamã de entre 40 e 50 anos foi encontrado há três anos no oásis de Turpan, no noroeste do país, um importante lugar de passagem no século 1 a.C, quando a rota da seda atingiu seu ápice.

Apesar do mau estado da múmia, o professor Li Xiao disse que ela continuará sendo estudada para que se conheça melhor as origens do xamanismo no noroeste da China, região atualmente habitada por etnias ligadas aos turcos, como os kazajos ou os uigures.

Além das folhas de maconha, armazenadas em uma bolsa, foram encontradas, junto ao cadáver embalsamado, grandes jóias de ouro e bronze, além de um colar de turquesas.

Na mão esquerda, o suposto xamã leva um machado de bronze, e na direita, uma vara adornada com tiras de cobre.

O Editor do UOL Tablóide adora todas as histórias relacionadas a múmias. Exceto os filmes estrelados pelo Brendan Fraser: soooono...

Fonte: EFE

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