Traficantes de ossos humanos são presos na Índia

CALCUTÁ, 23 ABR (ANSA) - A polícia indiana descobriu uma "fábrica de ossos" humanos na região de Bengala e prendeu seis pessoas por furto de cadáveres e tráfico ilegal de esqueletos. Os detidos confessaram ter vendido vários esqueletos a estudantes de medicina.

Os agentes prenderam três pessoas enquanto depositavam esqueletos no chão, após lavá-los e desinfetá-los no leito de um rio perto de Keshia, 200 quilômetros ao norte de Calcutá, capital do Estado de Bengala Ocidental.

"Começamos a investigar após uma série de suspeitas de desaparecimentos de cadáveres", disse Peeyush Pandey, chefe da polícia local.

Os três presos revelaram aos agentes que retiraram os cadáveres de piras funerárias e das margens do rio, onde as famílias mais pobres deixam os corpos, pois não podem arcar com os custos da cremação.

O comércio de ossos humanos é proibido na Índia e os estudantes de medicina têm à sua disposição nas universidades esqueletos fabricados com material plástico.

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