Político britânico quer manter buracos nas ruas como "redutor natural de velocidade"

Do UOL Tabloide* Em São Paulo

Um político da pequena cidade britânica de Navestock, próxima de Londres, propôs uma nova maneira de controle da velocidade nas vias locais: não tampar os buracos das estradas.

De acordo com o líder local, a medida apresentaria diversas vantagens. Além de ser um controle natural de velocidade, possibilitaria uma significativa redução de gastos, já que ignorar os buracos é mais barato que preenchê-los, além de retomar o clima original das rotas antigas.

"Parece que os buracos são bons nas nossas pequenas estradinhas", argumenta Mike Parrish. "Não consertá-los pode economizar tempo e dinheiro, além de ser um redutor natural de velocidade."

O representante afirma que os limites de velocidade no Reino Unido (que variam de 32 km/h a cerca de 112 km/h) são um exagero para Navestock. "As pessoas daqui estão preocupadas com as crianças."

Alguns moradores reclamam que o excesso de falhas nos asfaltos da cidade provoca acidentes para motoristas, ciclistas e pedestres. A proposta de Parrish é olhar para os buracos pelo lado positivo.

Mas o condado de Essex, que responde pela manutenção das vias, já anunciou que não vai admitir essa argumentação e prometeu arrumar as falhas "o mais rápido possível".

"É uma ideia interessante, mas a vasta maioria dos residentes de Essex prefere viajar em estradas planas e seguras", responde Norman Hume, secretário regional de Transportes.

O Editor do UOL Tabloide está preocupado: já imaginou se a moda pega? Na verdade, pode até ser que esse político britânico tenha copiado a ideia de algumas metrópoles brasileiras...

*Com agências internacionais

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